[[legacy_image_64351]] Em entrevista a Taís Fersoza em seu canal no YouTube, Juliana Paes revelou as angústias de sua vida em isolamento, muito próximas de todos os brasileiros neste momento. A atriz confessou ter sofrido crises de ansiedade, bem como enfrentado dificuldades no combate ao vício de cigarro. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! "Tive momentos de ansiedade muito grandes. Ouvia as pessoas falando como era e não entendia. Às vezes a gente até tira pra menos. Quando a gente não sente, a gente fala que é frescura. Vivi algumas noites com aquela palpitação, aquela coisa", confessou a atriz. Paes comentou sobre a ansiedade do isolamento. "Quando você se vê em casa, trancado, lidando com seus próprios fantasmas todo dia, a ansiedade bate mesmo.As pessoas acham que a gente é famoso, rico e tem tudo, e ansiedade não tem nada a ver com isso”. Além de falar sobre saúde mental, a atriz também contou sobre como a covid-19 a fez repensar sua relação com o cigarro. Ela parou de fumar durante a pandemia. “Eu fiquei com medo. Eu tenho bronquite, asma e todas essas coisas.Eu não posso ser a pessoa que fuma várias vezes por dia, é mais veneno pra mim do que para pessoas que não têm problemas respiratórios". "Eu tive uma crise em abril, no começo da pandemia, de ficar toda entupida. Falava ‘Meu Deus, eu vou morrer se pegar Covid-19, que ataca essa área. Se eu tiver debilitada, vou parar num respirador”, afirmou. A estratégia da atriz para evitar o fumo foi usar os adesivos de nicotina, que funcionaram na "parte química", além de terapia, para prevenir recaídas. Ela também assumiu como o consumo de bebida alcoólica se tornou um gatilho para o desejo pelo cigarro. “É um vício muito maldito. Morro de vontade. Se eu tomar uma cerveja, meu Deus… cerveja é o gatilho. Não é fácil. Nunca vou dizer nunca, mas pretendo não voltar”, revelou. *Com informações da revista Veja