[[legacy_image_206820]] Escrito por Gabriel Chalita, o espetáculo Sorriso de Mãe tem apresentação gratuita nesta terça e quarta-feira (13 e 14), às 20 horas, no Colégio Liceu São Paulo, em Santos. Estrelada por Joelson Medeiros, a peça mostra, com delicadeza e de forma não linear, uma série de memórias oriundas da união entre Cícero e sua mãe. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Ingressos podem ser retirados no local, Av. Ana Costa, 148, das 10h às 17h. Para quem for assistir hoje, pede-se em troca um leite em pó, que será doado à Associação Brasileira de Apoio e Combate ao Câncer Infanto Juvenil (Abraccii). Já para amanhã, o pedido é entre as seguintes opções: um alimento não perecível; um pacote de fralda geriátrica G ou luvas de látex sem talco. As doações são para ajudar os projetos do Rotary Club Santos Boqueirão. HistóriaDiante da plateia, o protagonista narra e revive lembranças, causos, personagens e amigos que ele e a mãe conheceram pelo caminho, costurando uma narrativa que enfatiza aspectos emocionais dessa relação e a necessária valorização dos afetos familiares. À medida em que Cícero narra todas essas histórias, a plateia conhece como ele se sente com relação a tudo isso. Se esse encontro é uma despedida, uma visita, um sonho ou uma conversa entre Cícero e sua mãe, o público decidirá. “O próprio personagem diz para a mãe, em determinado momento, que ‘são muitas histórias, várias vidas em uma só’. E é isso. São muitas vidas em cena. E a nossa maior preocupação é humanizar ao máximo esses personagens apresentados por Cícero, sem que eles se sobreponham à história. O que vai impactar é o sentimento”, afirma Joelson Medeiros, que encara o desafio de fazer um monólogo sem uma caracterização intensa, apoiado quase que unicamente na sua interpretação. Membro da Academia Paulista de Letras, da Academia Brasileira de Educação e da Academia Brasileira de Cultura, Gabriel Chalita conta que escreveu a peça antes da pandemia, ao se solidarizar com a história de um amigo que havia perdido sua mãe. “Fui atingido pela tristeza daquela despedida. Fiquei pensando em tantas histórias como aquela e isso me inspirou a falar da celebração dos momentos que eles viveram juntos e de homenagear não somente esse vínculo, mas todos os vínculos humanos. Não de um jeito triste. Ao contrário. Com muita verdade e sensibilidade”, diz o autor.