(Divulgação) Keep On é o quinto álbum solo que o guitarrista e compositor santista Mauro Hector apresenta ao público da região nesta quarta-feira (25), às 20 horas, no Sesc Santos. Nesta obra, ele conta com grandes nomes da música, como Caio Pamplona no contrabaixo e Igor Willcox na bateria – também responsável pela gravação, mixagem e masterização. O disco já está nas plataformas digitais. São dez faixas, com repertório autoral e instrumental, percorrendo estilos como blues, jazz, fusion, rock e country. Os temas vão de homenagens aos grandes mestres da guitarra até a sua essência genuinamente musical. Tanto que logo nos primeiros acordes, é possível reconhecê-lo. Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! Você passou do heavy metal, com o Druidas, para o jazz fusion. O que te levou a essa mudança? Tive a sorte de fazer parte de uma turma incrível que foi o Druidas. Começamos em 1985, época do início do heavy metal no Brasil. E em 1987 foi o primeiro show no lendário Circo Marinho. Nos anos 90 fomos mudando para o blues, com várias formações, mas eu nunca saí da banda. Tive oportunidade de tocar o repertório de BB King, Jimi Hendrix, Cream, Buddy Guy, Stevie Ray Vaughan, Freddy King e também o hard, Deep Purple, Black Sabbath, ACDC etc. O blues foi a porta para o jazz, jazz fusion, MPB instrumental. Sempre estudando com ótimos mestres como o Regina Laface, Rafa Blaster, Alexandre Birket, Mozart Mello e um ano no Conservatório de Tatuí (SP). Acompanhei ainda o cantor Guilherme Arantes por um ano. Em 2001, lancei meu primeiro álbum solo, Sonoridades, fazendo uma fusão do blues com jazz, country, rock. Como você vê o cenário musical em Santos em termos de espaço para tocar? A cena existe, porque a maioria dos músicos é guerreira. Eu marco os shows, faço a produção, marco ensaio, repertório, traslado... Mas tenho um produtor para meu trabalho solo, o Eugênio Martins, que esteve em vários lançamentos de álbuns e festivais. E o público? Você sente a mudança geracional ou o gênero musical acompanha essa transformação? Estou na batalha há muito tempo e graças a muito trabalho sério, sou grato por ter um público. Mas a cena é underground. Faço música instrumental, blues, jazz, rock. É fundamental os pais, familiares, amigos, incentivarem a garotada a ir a shows, estudar música. Isso faz toda a diferença. O álbum Keep On já está nas plataformas. Você tem outros trabalhos no meio digital. Como foi a adaptação do disco físico para a internet? Todos meus álbuns estão nas plataformas. Economicamente falando, era muito melhor lançar o CD, mas hoje é muito caro e poucas pessoas têm onde ouvir essa mídia. Mas eu lancei um pencard com todos os álbuns e vendo nos shows. Qual a expectativa para o show no Sesc Santos? Estou muito feliz em lançar no Sesc Santos, com entrada gratuita. Esse álbum foi muito planejado, as gravações foram feitas com muito empenho. E o resultado foi incrível. Aguardo que a galera compareça! Sou um músico que adora fazer ao vivo. A energia do público faz tudo acontecer, a performance melhora muito com a galera participando. Serviço: Mais informações no site ou (13) 99746-0165.