[[legacy_image_31503]] Juliana Paiva terminou a primeira parte de Salve-se Quem Puder vendo Luna/Fiona em apuros, nas mãos de Dominique (Guilhermina Guinle). Com a volta da novela das 19 horas da Globo, o público vem acompanhando desde o início da história, enquanto aguarda os capítulos inéditos, previstos para o mês de maio. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Segundo a atriz, não existe um dia em que ela não seja questionada, nas redes sociais, sobre o destino da personagem. “Parei com a arma na cabeça. Foi tenso. Era uma sequência que o Daniel (Ortiz, autor) escreveu para essa pausa da trama. Então, eu ficava na expectativa de saber onde a Luna ia parar após ficar de cara com a bandida. A pandemia veio de um jeito que ninguém esperava. Foi muito estranho voltar a gravar”, relembra a artista. Quando Salve-se Quem Puder saiu de cena, por conta da pandemia do novo coronavírus, parte do elenco ficou com receio sobre quando e como voltaria a gravar. Depois de meses longe dos estúdios, Juliana sentiu até medo de não conseguir interpretar Luna/Fiona da mesma forma que antes. No entanto, logo superou esse obstáculo e se entregou às emoções da personagem, que confrontava a mãe, Helena (Flávia Alessandra), pelo abandono na infância. “Eu lembro que, no primeiro dia, brinquei com o Fred (Mayrink, diretor) e disse: 'Será que ainda sei fazer isso?'. Porque era uma coisa de aquecer o motor de novo e se encontrar de uma forma diferente. Não tivemos o contato de dividir o camarim, de conversar nos corredores. Minha primeira cena foi com a Flávia (Alessandra), as duas de máscara, se olhando”, relata. Além do encontro de mãe e filha, a trama de Luna/Fiona também conta com um triângulo amoroso Após Juan (José Condessa) sair do caminho, o coração da jovem ficará dividido entre Téo (Felipe Simas) e Alejandro (Rodrigo Simas). Aliás, o desfecho da história ainda não foi totalmente decidido, pois dois finais diferentes foram gravados. Para Juliana, é uma felicidade ver a novela de volta ao ar, após ter sentido incerteza sobre o futuro do projeto, por conta da gravidade da pandemia. “Um dia antes da paralisação, a gente ficou se perguntando se ia parar, como seria a gravação de novelas em meio à pandemia. Houve uma ligação da produção falando que ia passar a filmagem para mais tarde. Depois que poderia cancelar e lembro de resolver ir no mercado. Mas precisei voltar porque o Daniel me ligou avisando que ia gravar mesmo a última cena”. Outras fases Além de Salve-se Quem Puder, Juliana também pode ser vista como a personagem Valquíria de Ti-Ti-Ti, originalmente exibida entre 2010 e 2011. Durante o hiato da novela, a atriz ainda conseguiu revisitar trabalhos distintos da sua trajetória, como a Fatinha, em Malhação: Sonhos (Globo, 2014/2015), em uma participação especial; Cassandra, em Totalmente Demais (Globo, 2015/2016); e Simone, em A Força do Querer (Globo, 2017). Para ela, foi uma oportunidade única ter a chance de se rever nesse período de isolamento social. “Eu não saio do ar (risos). Só não entrou uma trama das seis, porque não fiz ainda. É muito interessante, pois cada personagem chega em um momento diferente da nossa vida. Ti-Ti-Ti é o trabalho que tenho mais medo de assistir, pois era a minha primeira novela. Estava entendendo como funcionava a dinâmica da televisão, mas não mexeria em nada, porque era o que eu podia dar naquele momento”, conclui.