[[legacy_image_162711]] Fiuk teve um pedido negado pela 8ª Vara Cível do Rio de Janeiro nesta semana. O cantor solicitou que seus dados pessoais, como e-mail e número de celular, não fossem informados à Justiça por ele ser uma 'figura pública'. O juiz Paulo Roberto Correa não acatou o pedido. O processo foi movido por um garçom quando o cantor o acusou de ter furtado seu celular em 2011. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Segundo o juiz, a condição de artista de Fiuk não é suficiente para que seja modificada a regra do artigo 189 do Código de Processo Civil, que diz que todos os processos são públicos, salvo casos específicos. De acordo com o magistrado, o caso do cantor não se enquadra em uma exceção. O funcionário do hotel Sheraton moveu a ação por danos morais contra Fiuk, e pede R\$ 30 mil. Segundo as informações do caso, o garçom foi chamado para retirar o carrinho da refeição com a louça suja do interior do seu quarto. Algumas horas depois, Fiuk foi à recepção e acusou o funcionário de ter furtado o seu aparelho. Após a polícia ser acionada, e o garçom revistado, nada foi encontrado com ele ou em seus pertences. A assessoria de Fiuk não quis se manifestar sobre o caso. *com informações de uol