[[legacy_image_39483]] Aos 27 anos, Giovanna Lancellotti constrói uma ampla carreira nacional. A atriz emplacou vários projetos na Globo, entre novelas e séries, e criou uma ótima relação com a Netflix a partir do longa Ricos de Amor, lançado em 2020, que ganhou fãs por todo o mundo. Com extensa filmografia entre cinema (live action e animações) e televisão, Giovanna sonha com o sucesso em outros países, que já está trilhando em seus novos projetos. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! A participação em Ricos de Amor foi uma porta para novas oportunidades, pois teve a liberdade de colaborar ativamente na criação. “Fiquei muito animada. O roteiro estava muito cru, então pude fazer parte desse processo. Eu já tinha trabalhado com o diretor Bruno Gatorri em Tudo Por Um Popstar, então a gente tinha uma sintonia”. A atriz pulou “de um filme para o outro”, pois estava terminando as gravações de Nada É Por Acaso, em Curitiba, quando iniciou nesse projeto. Outros dois projetos vieram na sequência. Para a comédia romântica Incompatível, que fala sobre a ilusão de ‘pares perfeitos’, Giovanna reflete sobre os relacionamentos na era do digital. “A vida vira uma busca por uma perfeição que não existe. Um casal sempre vai ter percalços. Eu acho que o mercado digital ampliou a forma como nos relacionamos e o campo que temos para explorar isso, conhecer novas pessoas, fazer novas amizades... Esse é um lado positivo. Porém, temos também o negativo que é ser um lugar meio sem lei, as pessoas falam o que querem, sem ter noção de como isso influencia”. Espiritualidade Em Nada É Por Acaso, o clima era mais denso. “Eu entrava muda e saía calada, porque estava sempre muito concentrada. Eu tinha muita cena de emoção, choro, então usava muito a música, que me ajuda na concentração”. O drama acompanha a trajetória de duas mulheres com personalidades fortes, que embarcam em uma jornada de evolução espiritual, auto descoberta e crescimento pessoal. Por consequência, a experiência despertou sua própria espiritualidade. “Sempre fui próxima do espiritismo, já era um universo conhecido”. O filme é inspirado em uma obra de Zíbia Gasparetto, escritora espiritualista e médium, que morreu em 2018. Cada gênero fílmico pede características diferentes, mas Giovanna afirma que não existe uma zona de conforto entre comédia e drama. “No cenário audiovisual brasileiro produzimos muitas comédias românticas, então é sempre desafiador fazer algo diferente, trazer uma trama que seja única. Os dois gêneros me agradam e me desafiam a ser melhor na minha profissão. O drama tem que mexer diretamente com o sentimento do público, é algo trabalhoso. Já uma personagem cômica tem como desafio entreter, ter leveza, o que é igualmente trabalhoso”. No momento, a atriz se prepara para gravar mais dois longas, mas está incerto se ambos serão lançados ainda em 2021.Enquanto segue em isolamento com a família, aguardando o retorno de filmagens e desenvolvendo outros projetos, Giovanna se prepara para estar de volta nas telas. “Espero que seja logo. Espero poder estrear os filmes e levar entretenimento para as pessoas”.