[[legacy_image_42162]] O FBI abriu ao público, em seu site, arquivos sobre as investigações em torno da morte de Kurt Cobain (1967-1994), vocalista do Nirvana. O cantor teve sua morte declarada como suicídio, mas sempre houve a suspeita de assassinato por inconsistências na investigação de sua morte. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Os arquivos de 10 páginas foram divulgados quase um mês após o aniversário de 27 anos da morte do vocalista, que tinha, coincidentemente, 27 anos quando faleceu. Nos documentos, aparecem cartas de pessoas pedindo a reabertura da investigação do caso, bem como respostas atribuídas por secretários do escritório explicando a questão da jurisdicação como um fator que impediria a retomada de investigações. Entre os argumentos que inspiram a teoria de assassinato de Cobain, são listadas evidências já conhecidas pelo público, como a falta de digitais na arma que Cobain teria usado para se suicidar, a caligrafia da carta de suicídio (que tinha divergências com a letra de Cobain), um papel onde Courtney Love (viúva de Kurt Cobain) teria treinado a caligrafia do marido e a dose tripla letal de heroína constatada no sistema de Cobain, que o tornaria incapaz de atirar uma arma. A polícia federal dos Estados Unidos não justificou a divulgação repentina dos documentos, e os assessores do escritório não responderam os contatos da revista Billboard e Yahoo. As investigações são enfáticas em confirmar o suicídio do músico. Kurt Cobain deixou a esposa, Courtney Love, e a filha Frances Bean Cobain. Os membros da família não comentaram a publicação dos documentos. *Com informações da revista Monet