[[legacy_image_81450]] O empresário Roberto Medina, criador do Rock in Rio, tirou outro ambicioso megafestival da manga: o The Town, que deve ser inaugurado em São Paulo, em 2023, no Autódromo de Interlagos. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Serão cinco dias de festa, com shows acontecendo simultaneamente em seis espaços, todos com cenografia temática e inspirada em ícones da arquitetura paulistana, como a Catedral da Sé e a Estação da Luz. “A grande personagem, na verdade, é a cidade de São Paulo”, comenta Medina. O autódromo já foi alugado para 2023, 2025 e 2027. Para a primeira edição, o investimento inicial será de R\$ 240 milhões, sem o uso de leis de incentivo. Os cinco dias do evento deverão gerar um ganho econômico de R\$1,2 bilhão aos cofres públicos, além da geração de 20 mil empregos. Uma das primeiras medidas será a adequação do autódromo. “Em 1984, quando preparei o primeiro Rock in Rio, ficou claro que necessitaria de um ambiente muito sofisticado e seguro, pois o interesse é atrair famílias”, explica Medina, apontando alguns dos ajustes necessários, como a construção de banheiros e instalação de grama sintética com rápida drenagem. A área gastronômica também promete ser requintada, assim como o espaço reservado para os vips. “Será um parque temático da música e boa parte das adaptações será definitiva e poderá ser usada por outros eventos em Interlagos”. Uma pitada de rock in rio Medina pretende projetar para o The Town experiências como as realizadas no Rock in Rio, que teve o Espaço Favela, ou seja, áreas reservadas a pontos marcantes na história da cidade. “É uma oportunidade de valorizar a população daquele espaço, que também poderá trabalhar no evento”, conta o empresário, que considera essencial associar a diversão a projetos sociais. O Rock in Rio, por exemplo, se baseia em seu conceito Por um Mundo Melhor para práticas como redução e reutilização de resíduos produzidos durante o evento. “Projetos sociais não são mais opcionais, pois a humanidade passa por momentos complicados e The Town não ficará de fora. Vamos pensar em algo envolvendo a Floresta Amazônica”.