[[legacy_image_258651]] A falsa notícia de que o cantor Bruno, da dupla com Marrone, teria morrido pegou muitos fãs de surpresa após um vídeo antigo no Youtube ser compartilhado novamente, dando a entender, mais uma vez, que o sertanejo havia morrido. 'Eu não morri', disse Bruno, em resposta, em uma postagem no Instagram. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Ele reforçou pela rede social que segue vivo e em plena saúde, levando com bom humor a divulgação de mais uma fake news envolvendo sua morte, em um vídeo que já tem mais de 10 meses. Bruno usou um print do vídeo para fazer a postagem. Da mesma forma que o cantor, muitos seguidores de Bruno na rede social entraram na brincadeira e postaram respostas divertidas para a falsa notícia. “Se reparar no print, 5,5 mil pessoas curtiram a notícia! Acho que deve ser a povo que já não aguentava mais chorar e beber quando te escuta [risos]”, disse um deles. "Se você morrer, nós te mata!", disse outro. "Ele só estava dormindo na praça", comentou outro, em alusão ao sucesso da dupla. Até mesmo a modelo Graciele Lacerda, noiva de Zezé Di Camargo, participou. “Tem certeza, Bruno? Olha que você pode estar errado e o site certo”, postou. "Cê morreu e nem te avisaram?", brincou outro. A postagem, feita nesta terça-feira (4), em menos de 24 horas apresentava mais de 60 mil curtidas e quase 6 mil comentários. O vídeo original não foi mais encontrado no Youtube, outros, porém, "informando" sobre a morte do cantor são encontrados aos montes, assim como de várias outras personalidades. A divulgação de notícias falsas normalmente está associada à intenção de induzir à busca pelo local onde está postada, gerar fluxo de visitas em plataformas ou para modificar opiniões sobre assuntos diversos. Não há, no Brasil, lei específica com penalização sobre fake news, apenas há criminalização em consequências, mas um projeto tramita no Congresso Nacional. O Art. 287-A que diz que "divulgar notícia que sabe ser falsa e que possa distorcer, alterar ou corromper a verdade sobre informações relacionadas à saúde, à segurança pública, à economia nacional, ao processo eleitoral ou que afetem interesse público relevante" poderá gerar pena de detenção de seis meses a dois anos e multa. * com informações de msn.com