[[legacy_image_131080]] Bienal do Livro do Rio de Janeiro começou de vento em popa na sexta e espera receber 400 mil pessoas no Riocentro, até o dia 12. É o primeiro dos megaeventos literários a ganhar uma edição com público desde o começo da pandemia da covid-19. “Foi um ato de coragem fazer esta 20ª Bienal”, acredita Marcos da Veiga Pereira, presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel). Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! A decisão de realizar o evento foi tomada quando os índices de contaminação diminuíram e a taxa de pessoas vacinadas aumentou. Nem todas as editoras, porém, se sentiram seguras em estar lá com estande. É o caso das grandes Rocco e Companhia das Letras. Já a Record mantém o volume de investimento da edição anterior. E quem também não quiser ir poderá comprar os livros pelo site e acompanhar os debates de casa – eles terão transmissão on-line. Expectativa de vendas A expectativa com relação às vendas é boa, principalmente por causa dos vouchers que alunos e professores ganharam. “Teremos a maior verba pública já destinada pelas secretarias de educação municipal (R\$ 12 milhões) e estadual (R\$ 2,5 milhões) para a aquisição de livros”, comenta Pereira. Ele acredita ainda que, por colocar o livro em evidência não só no Rio de Janeiro, a Bienal pode fortalecer o varejo e levar, ao contrário do que se comenta no mercado editorial, mais gente às livrarias.