[[legacy_image_37779]] Para o autor guarujaense Marcos Maciel, que publica seu terceiro livro, Emaranhamentos, neste mês, a poesia tem o poder de trazer esperança em tempos sombrios. Nesta obra, discursa sobre a união em momentos de dificuldade. “Talvez não estejamos no mesmo barco, mas ainda habitamos o mesmo planeta. Espero que as coisas melhorem, então as palavras ajudam a pensar no que estamos fazendo; sobrevivendo, mas é preciso viver”. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Dividido em dois atos, o livro reúne mais de 90 poesias, variando entre sonetos e versos livres. Na primeira parte do livro, são tratados temas sociais, como a divisão de classes, enquanto na segunda parte vislumbramos um reflexo do próprio Maciel, tratando temas pessoais e conflitos internos. “Os temas são bem enrolados e a diversão está aí. Em uma página falo sobre a rotina e na outra estou falando de um tema oposto”. O projeto foi escrito em 2017, em meio a um romance que deverá ser lançado futuramente. Conciliando a escrita ao trabalho como vigilante, Maciel está sempre estudando e buscando caminhos para viver de seu sonho. O título Emaranhamentos remete a uma lenda japonesa, Akai Ito, conhecida como a Lenda do Fio Vermelho. “Na lenda, as almas gêmeas são interligadas, não importando o nível de distância entre elas. Portanto, falo como estamos interligados”. Derivado do livro, Marcos pretende lançar um curta-documentário que complemente sua narrativa, ainda está em produção. “Estou gravando as cenas, criando o roteiro para edição e farei tudo com calma. Será algo divertido e especial, um projeto que pretendo finalizar até o segundo semestre. Ele chegará provavelmente em 2022”.