[[legacy_image_3129]] Os irmãos Olabinjo e Abimbola Osundairo, envolvidos no suposto crime falso de ódio sofrido por Jussie Smollett, em Chicago (EUA), entraram com processo contra os advogados do ator nesta terça-feira (23), acusando-os de difamação por insistirem em afirmar que eles haviam atacado Smollett, mesmo após a polícia concluir o contrário. Os Osundairo foram detidos enquanto a polícia da cidade investigava o incidente, ocorrido em janeiro deste ano, no qual Smollet afirma ter sido agredido por dois homens que gritavam insultos racistas e homofóbicos. Mais tarde, a polícia concluiu que Smollett forjou o ataque para ganhar publicidade. Procuradores apresentaram, e depois abandonaram abruptamente, acusações de farsa contra o ator no dia 26 de março, em uma medida que irritou o superintendente de polícia e o prefeito da cidade. Em um processo apresentado no tribunal federal de Chicago, os irmãos Osundairo afirmaram que os advogados de Smollett, Mark Geragos e Tina Glandian, falsamente os acusaram de atacar o ator de Empire, mesmo após o fim da investigação. O texto rejeita a ideia de que os irmãos, que também são negros, atacaram Smollett por racismo, reiterando que o ator forjou o incidente. O processo também afirma que os dois trabalhavam como treinadores do ator, e algumas vezes como figurantes de sua série da Fox. "Ele queria que seu empregador e que o público o notassem e o valorizassem como um ator negro e, abertamente gay, bem-sucedido", diz o processo. "Smollett dirigiu cada aspecto do ataque, incluindo o local e a corda."