[[legacy_image_221933]] Tosse, dor no peito e perda de peso são alguns dos sintomas do câncer de pulmão, que, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), atinge mais de um milhão e meio de pessoas no planeta. Só no Brasil e nos países da América Latina, a doença mata quase 86 mil pessoas ao ano. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Com a Campanha Cuide-se Hoje, a Astrazeneca busca reverter esse quadro. Estudo divulgado no último mês revelou o perfil do câncer de pulmão em países como Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica e México. Para entender o nível de conhecimento que a população com mais de 40 anos tem sobre a doença, algumas perguntas foram feitas aos entrevistados: Quais são os fatores de risco? Sintomas? Quando ir ao médico?... A pesquisa foi guiada por meio de painéis on-line. A amostra foi de 2.179 entrevistas nos seis países, entre homens e mulheres na mesma proporção. [[legacy_image_221934]] O resultado mostrou que o Brasil não é o país com maior incidência de fumantes, mas tem porcentagem mais alta de pessoas que fumam, no mínimo, 11 cigarros por dia. Entre os fatores de risco estão o tabaco, doença pulmonar crônica, uso de cigarro eletrônico, consumo de drogas, exposição a agentes físicos e químicos, poluição do ar, fatores genéticos, sedentarismo, bebidas alcoólicas, consumo de conservantes e corantes, carne processada, qualidade da água, embutidos e refrigerantes. Como ocorre com a maioria dos tumores, quanto mais cedo o diagnóstico, maiores as chances de cura. Alguns outros sinais podem estar relacionados ao câncer de pulmão: falta de ar, catarro com sangue, pneumonia recorrente, cansaço, fraqueza, dor, rouquidão e perda de apetite. A pesquisa mostrou que muita gente ainda não sabe reconhecer possíveis sintomas e nem da gravidade da doença. No entanto, o câncer de pulmão é o mais fatal do Brasil, com quase 12 mortes por 100 mil habitantes, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca). No País, cerca de 17% das pessoas fumam todos os dias e 25% recorrem ao tabaco, pelo menos, três vezes por semana. Com relação aos sintomas da doença, 55% citaram problemas respiratórios, 42% danos pulmonares, 17% se queixaram de alguma dor (ao respirar, no peito ou nas costas), enquanto que 15% citaram fadiga e 3% perda de peso. Já com relação às visitas ao médico, 87% dos entrevistados fazem ao menos uma consulta preventiva ao ano e 56% praticam atividade física, pelo menos, uma vez por semana. “Apesar da menor quantidade de fumantes no Brasil, em comparação com a América Latina, quase 30% das pessoas que ainda fumam consomem mais de 11 cigarros por dia, o que é preocupante”, diz Suellen Nastri, oncologista do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo.