A praticidade do vestido como peça única aparece em muitas grifes: com babados como na Santa Resistência; tubinho recortado preto da grife Normando e como uma escultura em um belo azul marinho na Lino Villaventura (Leandro Chemallle/TheNews2/Estadão Conteúdo e fotos Leco Viana/TheNews2/Estadão Conteúdo) A 58ª edição da São Paulo Fashion Week terminou na última semana e já colocou no mapa as principais tendências que veremos nas vitrines e nos perfis das fashionistas no próximo ano. Mais de 40 marcas desfilaram nas passarelas e já dá para ter uma referência do que estará em alta. Entre os hits, a alfaiataria sem gênero apareceu em mais de uma coleção, como as de João Pimenta e da grife À La Garçonne. A camisa branca ganhou muitas versões em vários looks revisitados, com tecidos como lese, transparências e estruturados. Um ícone versátil que vem com tudo. O crochê vibrante e festivo para diferentes ocasiões é outro item que surgiu em vestidos, blusas, calças, shorts e acessórios. Está certamente no ranking das peças mais desejáveis. Alfaiataria agênero da coleção do estilista Alexandre Herchcovitch; O crochê vem com tudo, em cores fortes e com franjas na versão de David Lee e clássica camisa branca revisitada em muitos desfiles, como no da Foz (Leco Viana/Thenews2/Estadão Conteúdo; Rodilei Morais/Fotoarena/Estadão Conteúdo; Francisco Cepeda/Estadão Conteúdo) Entre os tons, o preto e branco e os terrosos estão com tudo e vêm com figuras pops estampadas, como Turma da Mônica, Snoopy e outros. Sobreposições de todos os tipos, com blazer, saia sobre calça, camisa sobre camiseta e até bolsa costurada à roupa seguem em alta. Mas, apesar disso, a praticidade de uma peça só, como os vestidos, não foi esquecida. Eles vem belíssimos. Longos ou minis. Com babados ou fluidos. Lisos ou estampados, a peça única mostra que tem seu valor.