[[legacy_image_304476]] Todo mundo gosta de um banho relaxante depois de um dia de trabalho. As arquitetas Danielle Dantas e Paula Passos dão algumas recomendações. Afinal, é enorme o número de modelos à disposição no mercado. Chuveiro ou ducha?Primeiramente, é preciso saber a diferença entre os dois. Enquanto o chuveiro possui um sistema próprio de aquecimento (a partir de energia elétrica), o segundo necessita que a água seja aquecida externamente (sistema de gás ou luz solar). No entanto, é preciso verificar se a casa ou apartamento possui a estrutura adequada. Além disso, nos chuveiros elétricos, que são mais comuns, a queda de água é vertical e há menor pressão e intensidade. As duchas possuem uma queda mais inclinada, além de mais conforto por causa da maior pressão. Além disso, modelos a gás têm menor consumo de energia elétrica, mas gastam mais água porque demoram mais tempo para aquecer. Já os solares oferecem sustentabilidade e são mais econômicos quando a edificação permite o uso desse sistema. “Achamos que o ideal, numa residência, é ter as duchas com sistema de passagem a gás e, pelo menos, um chuveiro elétrico, para o caso de falha no aquecedor. Assim, o banho quente continua garantido”, conta Paula. Parede ou teto? Os modelos de parede são mais comuns e, normalmente, são utilizados quando a tubulação hidráulica já está embutida na parede. Nesse caso, eles podem ter ou não o tubo (responsável pela maior distância entre a parede e o jato de água). Os de teto são bem interessantes porque podem ser instalados de forma centralizada no box, porém eles têm instalação mais restrita e feita especialmente no teto. Para isso, consequentemente, será preciso de um forro de gesso para esconder a tubulação. Muitas opções“O mercado oferece novidades para todos os gostos: acabamentos que vão desde o cromado mais convencional até o preto, cobre, rosê e dourado. Formatos diferentes, como os redondos mais tradicionais, quadrados mais contemporâneos e minimalistas. Há ainda modelos com cromoterapia, com leds coloridos, com caixinhas de som bluetooth e muito mais”, diz Danielle. O que levar em conta?Algumas características devem ser observadas antes da compra. O ideal é que os moradores enumerem suas preferências antes de visitar as lojas em busca do modelo ideal. A pressão da água, que depende muito de um imóvel para outro, principalmente em comparação entre uma casa e um apartamento. Portanto, será preciso comprar um chuveiro/ducha compatível. A vazão consiste na capacidade de fornecimento de água por minuto e varia muito de acordo com o chuveiro. Por isso, é preciso analisar a pressão da água (os modelos de grande vazão pedem uma pressão adequada, do contrário, o jato sai fraco), assim como pensar nos futuros gastos com energia. Sempre procure marcas confiáveis e reconhecidas no mercado. Também é importante ficar de olho no prazo de garantia do fabricante. Limpeza e durabilidade também são essenciais. Além da parte externa da peça, é importante verificar a limpeza dos espalhadores, afinal já existem modelos autolimpantes que evitam o entupimento das saídas de água. A estética e o design precisam ser compatíveis com o restante do projeto. Fique atento à voltagem (110V ou 220V). Lembrando que os chuveiros 220V esquentam mais. Porém, cuidado com o alto consumo de energia, principalmente no inverno. Além dos chuveiros, outras peças importantes são os misturadores (um para água fria e outro para água quente), ou os monocomandos, com um único volante. Ambos garantem um banho ainda melhor. Hoje, o mercado oferece diversos tamanhos de espalhadores, que também estão relacionados à pressão da água existente, porque quanto maior o espalhador, maior a cobertura no banho. Fique atento à escolha dos tipos de jatos - mais concentrados, massageadores, jatos de parede direcionados, nebulizadores, em cascata... Essa deve ser uma escolha pessoal, de acordo com o gosto do cliente e seu estilo de vida.