Renata Brás começou como a carreira no grupo Patotinha, na década de 1990 (Nanda Farias/Divulgação) Renata Brás começou como a carreira no grupo Patotinha, na década de 1990. Estreou atuando no musical Splish Splash, com Wolf Maya. Depois, ganhou palcos e telas como atriz premiada. Este ano, lança novo filme ao lado de Leandro Hassum e volta com a peça Brilho Eterno. São 30 anos de carreira e você está cheia de projetos. Entre eles, retorna aos palcos com Brilho Eterno, que lhe rendeu o prêmio Bibi Ferreira de Melhor Atriz Coadjuvante. Qual importância a peça teve na sua carreira e qual expectativa para o retorno? Brilho Eterno! O próprio nome já diz o que foi e será em minha vida. Em 30 anos de profissão, me rendeu meu primeiro prêmio. Então, tem uma importância e é muito especial. Nesse retorno, eu espero que a gente repita o mesmo sucesso de 2022, porque também ganhamos o prêmio de Melhor Peça de Teatro naquele ano e a gente já está praticamente esgotado no primeiro mês, antes mesmo de estrear. Estamos felizes em voltar. Também em 2025, você estreia ao lado de Leandro Hassum no cinema. Como foi trabalhar ao lado do ator e comediante e o que podemos esperar do longa? Trabalhar ao lado do Lelê é muito bacana. Tenho uma admiração por ele, antes mesmo de conhecê-lo. É o meu segundo trabalho com ele. O primeiro foi o filme Meu Cunhado é um Vampiro, da Netflix. E é uma satisfação. Um aprendizado. Virou amigo, virou parceiro e a expectativa para esse longa é a melhor possível. É a primeira vez que o Hassum está fazendo o papel de uma mulher e é minha primeira vez interpretando uma funkeira que é megafamosa. Na história, tenho como chefe de fã-clube a Nany People. É um filme superdivertido e espero que gostem. Outro trabalho que mostra sua versatilidade é a dublagem do desenho animado Osmar - A Primeira Fatia de Pão de Forma. É muito diferente esse trabalho? Pretende fazer outros? Dar vida à Lucy, uma bisnaguinha cheia de charme, foi uma experiência leve e divertida. Dublar traz uma perspectiva única, bem diferente de atuar em um set, e o texto aliado à direção criativa da Ale Machado foi uma combinação incrível. Espero, sim, ter a oportunidade de mergulhar em outros projetos de animação no futuro! Você se notabilizou por fazer muitos musicais de sucesso e iniciou sua carreira como cantora e bailarina. Tem algum trabalho assim previsto? Tive a oportunidade de atuar em alguns musicais que sempre sonhei fazer, como Chicago, Cabaret e In The Heights, que foram experiências incríveis. Se surgir um musical que tenha a ver comigo, com um personagem interessante e um convite especial, certamente considerarei voltar. Além disso, estou planejando um show onde possa unir música e narrativa, compartilhando momentos da minha trajetória como mulher e artista. Uma forma de celebrar essa jornada de forma autêntica e inspiradora.