[[legacy_image_166036]] Você está em busca de um emprego, já enviou dezenas de currículos, passou por diversas entrevistas, mas ainda não foi selecionado para nenhuma vaga? Então, esse é um sinal de que está mais do que na hora de conhecer alguns fatores que podem torná-lo um profissional disputado pelos recrutadores. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! O panorama do mercado de trabalho mudou muito durante os últimos anos. Aquilo que era importante para garantir a vaga dos sonhos, tão almejada, hoje já não é suficiente devido às tecnologias que surgem todos os dias e podem facilmente substituir a mão de obra humana em várias áreas. “Os fatores-chave que aumentam sua empregabilidade são uma carreira consistente, demonstrar que está em constante evolução e investir em conhecimento. Esse investimento mostra que o profissional vem, ao longo do tempo, aprendendo coisas novas e aumentando a sua rede de relacionamento”, explica Alberto Roitman, sócio da Escola do Caos, consultoria em liderança e inovação. Os recrutadores procuram por aqueles que buscam atualizar seus conhecimentos constantemente e se demonstram úteis para a empresa. Além disso, ter um currículo que se diferencie dos demais, adaptado para a vaga que se está disputando, é o primeiro passo para uma contratação. “Os recrutadores recebem uma enorme quantidade de currículos todos os dias e, às vezes, não têm tempo de olhar todos. Por isso, para ser notado, o currículo deve ser diferente”, afirma Roitman. O especialista explica que pensar “fora da caixa” é muito importante. “Apesar de vivermos em uma sociedade em que o currículo tem um padrão, é muito importante pensarmos em como vamos fazê-lo, algo fora da caixa. Analisar se é possível fazer em forma de infográfico, de podcast, filmado... É a hora de se destacar e montar um currículo diferente”. Segundo Roitman, “as pessoas precisam entender que não é o currículo que admite alguém em um emprego. O que emprega é uma boa entrevista. O currículo é uma peça de marketing para fazer você passar para a etapa da entrevista”. Estamos em 2022, nenhum recrutador cai mais no famoso “meu maior defeito é ser perfeccionista” e “trabalho muito bem em equipe”. Todos querem ver resultados, saber se você será ou não útil para a empresa. Por isso, o recrutador vai pedir que você comprove sua utilidade. “Hoje, o melhor canal para isso é o LinkedIn, pois, nele, você pode mostrar os resultados que obteve, experiências, depoimentos, referências”, analisa Roitman. Atualmente, a rede social é a principal ferramenta para a detecção de oportunidades, mas o especialista em liderança e inovação afirma que é preciso ficar atento. “As melhores vagas são aquelas que não são anunciadas. Elas são preenchidas pelo famoso ‘QI’ ou ‘Quem Indica’. Pessoas com bom networking acabam sendo chamadas com mais frequência. Por isso, é importante que o profissional invista na construção de relacionamentos profissionais o tempo todo”.