Primeiras impressões: nova série merece ganhar mais temporadas (Divulgação) É impressionante como a franquia The Big Bang Theory vem rendendo uma linha ininterrupta de sucesso há quase 18 anos. Começou com a própria série, que liderou a audiência entre 2007 e 2019. Quando Big Bang acabou, já estava no ar, com relativo sucesso, Young Sheldon, que mostrava a infância do mais marcante personagem do show e acabou este ano com o episódio da morte de seu pai. Ao mesmo tempo, o streaming Max colocou no ar George & Mandy’s First Marriage, sitcom que foca no irmão de Sheldon, George. A nova série se passa logo após o falecimento do pai. Como a avó perdeu a casa em um furacão e foi morar com os Cooper, a casa ficou cheia demais para abrigar George, Mandy e o bebê do jovem casal. Eles então se mudam para a casa dos pais dela, que será o cenário e o núcleo principal de toda a primeira temporada, pelo menos. Será ali que vão se desenvolver as histórias - e os conflitos - que serão bem familiares, caseiros e sem relação com a ciência ou os problemas já explorados nas séries anteriores. George é mecânico de automóveis, assim como seu sogro, e todas as situações que vão levar ao humor têm a ver com os problemas de adaptação do casal, seja pela pouca idade, pela relação com Audrey, a sogra manipuladora ou com Jim, o sogro que prefere ficar longe dos problemas, ou por outras questões bem mais realistas do que os problemas enfrentados ou inventados por Sheldon Cooper. Espere um tipo de humor muito mais próximo de uma sitcom tradicional. Ao mesmo tempo, como a série é uma continuação direta de Young Sheldon, em muitos episódios os personagens da família Cooper já conhecidos do público - mãe, avó, namorado da avó - vão aparecer ou para despertar novos conflitos ou para mostrar que, apesar de toda a estranheza da nova casa, muitas coisas ainda permanecem exatamente como eram. Ou seja: bem diferentes. Um detalhe: ao menos entre os episódios já lançados, nada de Sheldon no novo show. Entre os novos personagens, o destaque vai para o irmão de Mandy, Connor, que traz para o novo show um certo grau de falta de normalidade. Ele é obviamente uma pessoa fora da caixinha, que raciocina muito mais como Sheldon do que como sua família, gosta de música e sempre surpreende com reações que lembram o físico teórico do show original. É engraçado como Big Bang? Nem de longe. Tem a graça um pouco infantil mas ao mesmo tempo nerd de Young Sheldon? Também não. Sinto falta de personagens mais desenvolvidos e de situações que dialoguem com o público. Mas George & Mandy tem potencial e merece a chance de ter pelo menos duas temporadas para dizer a que veio. Torço por isso! Nota do crítico: + + + + + + + + The Brutalist O filme The Brutalist, que tem Adrien Brody como um arquiteto húngaro judeu que se muda aos EUA logo após a Segunda Guerra Mundial, venceu o prêmio dos Críticos de Nova Iorque como Melhor Filme do ano. Brody ainda venceu na categoria Melhor Ator. O triunfo fortalece o caminho de ambos rumo ao Oscar de 2025. Skeleton Crew A nova série ambientada no universo de Star Wars, Skeleton Crew, tem os primeiros episódios no Disney+. O show, estrelado por Jude Law, acompanha um grupo de crianças que é jogado do lado errado de sua galáxia após um acidente e precisa achar o caminho de volta para casa com a ajuda de um pirata suspeito (Law) que pode também ser um jedi. Sobe e desce O próprio cinema. O diretor Denis Villeneuve discorda de quem o vê à beira da morte. “Vai encontrar balanço e equilíbrio e continuar a existir com muito sucesso”. A Disney vai fechar os canais pagos no Brasil a partir de fevereiro, focando no streaming. Será o fim do Disney Chanel. Os únicos que vão permanecer no ar são os canais ESPN.