[[legacy_image_185111]] Santé! A Itália mantém seu lugar no pódio como a maior produtora de vinhos do mundo. Em 2021, a fabricação de rótulos italianos foi de 44,5 milhões de hectolitros, enquanto a França, com 35 milhões de hectolitros, mantém o segundo lugar no ranking mundial. A Itália é também o país onde o número de uvas regionais, as chamadas autóctones, estão em torno de 2 mil espécies, superando Portugal e França. Nessa imensa diversidade, as mais conhecidas tintas são Barbera, Corvina Veronese, Canaiolo Nero, Dolcetto, Lagrein, Lambrusco, Molinara, Montepulciano, Nebbiolo, Negroamaro, Nerello Mascalese, Nero D’Avola, Primitivo, Rondinella, Sangiovese e Teroldego. Entre as brancas, estão Arneis, Canaiolo Bianco, Cortese, Fiano, Falanghina, Friulano, Garganega, Glera, Grillo, Inzolia, Malvasia, Moscato, Ribolla Gialla, Vermentino, Vernaccia e Trebbiano. Evidentemente, os vinhos italianos ainda se mesclam às castas tradicionais francesas, como Chardonnay, Sauvignon Blanc, Pinot Gris (na Itália, Pinot Grigio), Pinot Noir, Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot, Malbec e Syrah. São 20 regiões produtoras e mais de 3 mil tipos de vinhos fabricados, e o mercado brasileiro amplia a oferta de seus rótulos, reforçando a liderança da Itália como o maior produtor global. A Italia Trade Agency, agência do governo italiano em parceria com a Wine South America, leia-se Vinitaly (organizadora da maior feira de vinhos da Itália), promoveu o evento I Love Italian Wines em São Paulo, do qual participei da degustação tema: Redescobertas e Clássicos da Itália. +++ momentodivino@atribuna.com.br @claudiaenoamigos