[[legacy_image_319914]] Bruno Montaleone nasceu em 1996, no Rio de Janeiro. Com apenas sete anos de carreira, o ator vem se destacando como um dos nomes mais promissores de sua geração no mercado audiovisual. Apesar de sempre demonstrar paixão pela arte, decidiu estudar Direito logo após sair do Ensino Médio, mas seu coração falou mais alto e ele trancou o curso para seguir o seu sonho. Aos 19 anos, fez sua estreia na televisão, na TV Globo, em uma temporada de Malhação. Depois, atuou em outros trabalhos da emissora, como a novela O Outro Lado do Paraíso e também O Tempo Não Para. Integrou ainda o elenco de Verdades Secretas II, no Globoplay. Na Netflix, Montaleone participou dos filmes Diários de Intercâmbio e O Lado Bom de Ser Traída, e também da série De Volta aos 15. Este ano, protagonizou o filme Perdida, produção da Disney baseada no best-seller da escritora brasileira Carina Rissi. Quem é o Bruno Montaleone longe das câmeras?Olha, me considero um cara simples. Gosto de ir à praia, estar com amigos, com meu cachorro e com a minha família. Gosto tanto de curtir quanto de ficar em casa vendo filme, jogar um joguinho on-line... e viajar. Gosto e preciso muito viajar. Você sempre quis ser ator? O que te fez deixar a faculdade de Direito para seguir o seu sonho? Sempre gostei da ideia, desde criança. Mas comecei a me movimentar para começar a trabalhar quando estava na faculdade. Eu nasci em junho, então, fui adiantado na escola e me formei com 17 anos. Parecia ser muito cedo para decidir o que eu queria fazer na vida, quando ainda tinha sonhos que gostaria de realizar. É sempre uma pressão muito grande esse momento na vida de um jovem. Lembro que estava na faculdade e senti um peso enorme de não seguir o meu sonho e isso me fez largar tudo para pelo menos tentar, mesmo que pudesse falhar. Não foi fácil. Quando criança, você já sabia o que queria ser? Chegou a fazer alguma atuação ‘despretensiosa’ que alavancou o seu desejo?Eu considerava muitas coisas, mas sempre quis me envolver com algo criativo. Uma vez fui chamado para ser repórter mirim, numa reportagem para o SporTV, e foi a primeira vez que fiz algo no audiovisual. Achei muito legal. Fomos filmar na praia, surfamos e ainda levei o meu irmão comigo no combo. Ali já me despertou um sentimento de: ‘caramba eu consigo fazer isso e me divertir’. Foi muito legal. Qual é a sensação de, em apenas sete anos, participar de grandes produções nacionais?Às vezes, foco tanto no meu futuro que esqueço de olhar para minha trajetória. Fico muito feliz de trilhar o caminho que estou trilhando, é uma mistura de gratidão com validação do meu esforço, me faz sentir que estou seguindo na direção certa. Acho que se eu pudesse dizer algo para minha versão mais nova, seria: ‘calma, vai dar tudo certo’, pouparia uma baita ansiedade. Qual foi o momento mais difícil da sua carreira até agora?Acredito que no pico da pandemia. Já havia passado por hiatos na minha profissão e entendo que isso faz parte, mas na pandemia eu me senti tão perdido e deslocado, impotente e sem saber para onde seguir como artista. Tenho certeza que foi um período muito estranho para todo mundo e foi assim que me bateu. Além de ator, você também é um apaixonado pela música. Como ela entrou na sua vida e o que ela representa para você?Não consigo me lembrar de quando, mas sempre gostei muito de música. Acredito que entrei na aula de violão aos 7 anos, logo depois fui para a guitarra, mas no meu dia a dia mesmo, eu vivo cantarolando pela casa, fazendo uns beatbox. Para mim, a arte que nos atravessa mais rapidamente é a música, eu queria muito, numa outra vida, ter sido um baita músico. O que podemos esperar do Bruno Montaleone para os próximos trabalhos? Quero poder surpreender o público. Tenho gostado da forma como os personagens têm se apresentado para mim, fazendo trabalhos de gêneros diferentes. Quero ser sempre um ator em evolução, que em cada trabalho possa estar cada vez melhor do que antes. É difícil, claro, mas acho que é na utopia que eu tenho que mirar.