[[legacy_image_103788]] Uma pergunta frequente feita por diferentes pessoas é se já estamos ou não na Era de Aquário e qual é o seu significado e importância. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! As Eras Astrológicas marcam o nascimento de novas civilizações, culturas, supremacia de povos e o seu declínio. Por isso, é importante termos uma visão ampla, colocando as Eras dentro de um desenvolvimento global, coletivo, pois marcam fases de desenvolvimento da civilização humana e correspondem aos grandes ritmos do universo. Cada Era dura por volta de 2.160 anos e a Era de Peixes, a que vivemos, começou por volta de 498 d.C., período muito importante na história do Ocidente, pois está muito próximo da queda do Império Romano (476 d.C.), que marca o fim do mundo antigo e o início da Idade Média. Temos então o surgimento da civilização cristã, a forte influência política e econômica que a Igreja católica irá exercer nos governos europeus durante toda a Idade Média, acabando com resquícios de cultos pagãos (vindos da Era de Áries). O cristianismo está associado ao peixe, os apóstolos eram pescadores, o batismo com água salgada, a mitra que simboliza a cabeça de peixe etc. E percebemos diversas congruências entre valores cristãos e o signo de Peixes como a solidariedade, a compaixão, o amor ao próximo, o sacrifício para a salvação, ideias de doação e assistência que não havia nos antigos cultos pagãos. Sempre com o pensamento no macro, em séculos, constatamos que estamos na transição entre a Era de Peixes e a de Aquário, já que a última começará por volta de 2.600, pois Cristo nasceu na Era de Áries, mas o cristianismo se impõe na de Peixes. O germe de uma era começa na anterior. Toda a tecnologia que começou a tomar conta do mundo nas últimas décadas é o prenúncio de Aquário, signo do futuro e da busca do progresso. Na de Peixes, as grandes navegações mudaram a cara do mundo que cresceu e se descobriu pelo mar. Na de Aquário, o homem viaja pelo ar, descobrindo o espaço. É o homem sabendo de tudo o que acontece no mundo, a globalização, mas não sabendo mais o que acontece com as pessoas que habitam na sua casa. Tudo se torna descartável, o super computador que você acaba de adquirir já está ultrapassado quando sai da loja, sempre tem algo mais moderno e eficiente, e pensar que há algumas décadas atrás um eletrodoméstico poderia ser considerado um bem durável! Por estarmos num período de transição, temos saudade dos contatos mais próximos, íntimos, consideramos antiética a clonagem, mas não será tudo isto um indício do futuro? Muitas contradições ainda existem, como convém a um período de transição, pois toda a tecnologia não resolveu problemas básicos no planeta. Talvez sejamos privilegiados, ou não, por estarmos neste planeta num momento tão importante e crucial na evolução do Homem, o que nos leva a questionar os encaminhamentos para o futuro, a crise de valores que estamos atravessando, um materialismo e supremacia econômica que nos tornou cegos à vida do planeta, à espiritualidade do homem.