[[legacy_image_240157]] No dia 20, às 05h29, estaremos sob os ares de Aquário, signo do elemento Ar e não água, como o nome poderia nos induzir. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! O Ar lhe proporciona a lógica, a ânsia por liberdade, a facilidade para lidar com ideias, a necessidade de fazer as trocas. É no campo das ideias e conceitos que vemos o aquariano se bater pelo que acredita ou considera justo e, quando o assunto é a necessidade de todos, do grupo, temos uma pessoa que não vai admitir que interesses pessoais interfiram. Por isso, vemos tantos aquarianos ligados à política, sindicatos, enfim, associações que batalham por interesses de diferentes pessoas. Mas, como não gostam de serem mandados, habitualmente estão no grupo para liderar e, quando não conseguem, promovem rapidamente uma dissidência, criando o seu próprio espaço. São inquietos, com uma grande necessidade de fazer o que acreditam. Inconvencionais, com uma dose de rebeldia e excentricidade. Aquário dificilmente suporta alguma coisa ou situação quando esta não lhe diz mais nada, não consegue mantê-la só por convenção e pagam o preço para serem eles mesmos. Acreditam na humanidade, na igualdade de direitos para todos, são altruístas, valorizam o companheirismo, a amizade e a cooperação entre as pessoas. Sua prova está em afinar estes ideais com a realidade da natureza humana, e é aí que reside a maior contradição deste signo: a facilidade para lidar com as grandes causas da humanidade e uma grande dificuldade para lidar com pessoas próximas, íntimas. Aquário engatinha quando o assunto é emoção, sentimentos, tendo dificuldades com as fraquezas e as imperfeições humanas, como o ciúme -“ninguém é de ninguém”, invejas, rancores etc. Por isto, aparentam uma frieza e impessoalidade que chocam os mais sensíveis. É o signo da alta tecnologia, ciência, aviação, astronomia, astrologia e destas máquinas e descobertas maravilhosas que melhoraram a condição humana. Aquário está voltado para o futuro, para as ideias que podem no momento presente não serem compreendidas, mas que, com certeza, se tornarão o “normal” nas próximas décadas.