(Divulgação/TSE) Lei? Que lei? Eu gostaria de perguntar a algum político, independentemente do partido, o motivo de nossos 513 deputados e 81 senadores não fazerem um plebiscito para perguntar ao povo se é desejo coletivo uma reforma na Constituição que permita uma mudança drástica nas leis,que hoje só favorecem o criminoso em vez do trabalhador. O cidadão de bem quase não descansa de tanto trabalhar para possuir alguma coisa e ainda vê um vagabundo preguiçoso levar aquilo que lhe custou uma vida toda para conquistar. Aí a polícia trabalha incansavelmente para colocar o meliante na cadeia e poucas horas ou dias depois a pessoa está novamente na rua. Isso é a lei que o cidadão de bem merece? José Milton de S. - Guarujá Hipocrisia Enquanto o STF discute regulamentação de maconha, aborto, saidinhas e tudo mais, nada se vê em relação à violência diária, com atos de selvageria e menores dizimando famílias honestas e trabalhadoras, além de crimes com requintes de crueldade contra idosos em todo lugar. Isso pelo jeito não lhes interessa, não deve dar audiência nem seguidores. Afinal, os ministros da Suprema Corte, como estrelas ricas, fingem que não veem isso. Afinal, eles têm carros blindados, seguranças e mil mordomias, mas adoram dar palpites e pitaco em tudo. Viva a hipocrisia. Marieta Barugo- São Paulo Reconhecer limites Reconhecer nossos limites e estar aberto ao aprendizado contínuo é essencial não apenas para nosso próprio desenvolvimento, mas também para promover uma cultura de respeito e colaboração. A humildade intelectual nos permite reconhecer que não temos todas as respostas e nos encoraja a buscar novos conhecimentos e perspectivas. Ao adotar essa postura, somos capazes de cultivar relacionamentos mais genuínos e construtivos uns com os outros, pois estamos mais inclinados a ouvir e considerar diferentes pontos de vista. Além disso, ao evitar a armadilha da arrogância, podemos nos conectar mais profundamente com os outros e construir comunidades mais resilientes e inclusivas. A verdadeira sabedoria reside na humildade de reconhecer o que não sabemos e na disposição constante de aprender. Gilberto Pereira Tiriba- Santos Política (1) Contrapondo a opinião do cientista político Alcindo Gonçalves, cujo artigo foi publicado no sábado passado, não apenas Santos, mas qualquer outra cidade que já foi administrada pelo PT não permitirá o seu retorno, exceto pelos desinformados, pessoas de memória curta ou por interesses pessoais. Principalmente depois da lambança que eles fizeram e fazem em âmbito nacional. A dinastia desse partido teve início em Porto Alegre, onde permaneceu por 16 anos no poder, além de outros partidos de esquerda que o antecederam. E vejam o resultado. Com as constantes mentiras veiculadas e aprendidas com o seu líder Lula, até hoje conseguem enganar a muitos. A população acordou e ainda busca uma terceira via. Elas já existem e esse nocivo partido está com seus dias contados. Quem sobreviver, verá. Antonio José de Santana Pimentel- Santos Política (2) Ao ler o artigo do cientista político Alcindo Gonçalves, que contou a história do eleitorado santista, lembrei de algo que ocorreu no início do século: o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) convocou eleitores de todos os municípios onde eles ultrapassavam a marca de 80% da população para que apresentassem comprovante de residência no próprio nome. Santos foi um desses municípios. Com isso, foram aos cartórios eleitorais vicentinos vários eleitores residentes no município para transferir o título de Santos para São Vicente. Muitos moradores de São Vicente tinham título em Santos por conhecerem melhor os políticos santistas e para conseguir acesso a serviços de saúde de qualidade. A maioria deles era mais simpática à vereadora, ex-prefeita e ex-deputada Telma de Souza. Após essa série de transferências de títulos, o PT perdeu de vez a competitividade nas eleições de Santos. James dos Santos Soares- São Vicente Escolas Tem que ache isso certo, mas eu não concordo. Uma escola cívico-militar serve para que nossas crianças e adolescentes cresçam e não questionem nada. Escola é para aprender a ler, estudar Matemática, Geografia, História e tudo mais que seja possível incorporar ao cérebro. Matérias que tornem nossas crianças sábias e preparadas para tudo que o futuro lhes espera. Escola não é lugar para bater continência e marchar. Isso pode ficar para aqueles pais que passaram meses na frente de quartéis pedindo intervenção militar e o fim da democracia, terminando naquela fatídica tarde do domingo de 8 de janeiro de 2023, com toda aquela baderna executada pelos papais patriotas. A educação das crianças deve ocorrer em casa. Na escola, os professores só devem ensinar Antonio Sergio de Jesus - São Vicente