[[legacy_image_244008]] A mulher do velejador Edison Gloeden, o Alemão, que desapareceu no mar em Santos, promoveu uma manifestação em frente à sede da Capitania dos Portos, na Avenida Conselheiro Nébias, nesta tarde (4), por causa da suspensão da procura da Marinha pelo seu marido. O velejador sumiu no dia 15 de janeiro, quando foi testar o piloto automático. “A Marinha foi negligente nas buscas”, afirmou Maria de Fátima Calaca Alves. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! [[legacy_image_244002]] Família e amigos estão em buscas de respostas sobre Alemão e não aceitam a escolha da suspensão das buscas. “Eles disseram que estão em estado de alerta, mas aí eu pergunto: o que é estado de alerta?”, diz Maria. O casal está junto há mais de 30 anos e ela está desesperada em busca de respostas. Alemão Havia deixado a sede náutica do Clube Internacional de Regatas, em Guarujá, para testar o piloto automático do barco na Baía de Santos. A mulher do desaparecido se mostra inconformada com toda a situação e foi esse motivo que a fez promover o protesto. “Não aceito de jeito nenhum essa situação, quero uma resposta”, afirma. Maria procurou a Polícia Federal, na última segunda-feira (30), para protocolar sobre o caso. Mas ainda não obteve nenhuma resposta. As buscas começaram no dia 15 de janeiro. Mas sem nenhum resultado, a Marinha decidiu suspender os trabalhos na terça-feira (31). A Tribuna já havia publicado a revolta da mulher do velejador, que espera encontrá-lo vivo.A Reportagem tentou contato com a Marinha, mas não obteve resposta até a publicação desta matéria.