[[legacy_image_4683]] Área Continental, Morros, Zona Noroeste – com destaque para o Dique da Vila Gilda – são os locais prioritários para planos de Habitação, segundo os dezesseis pleiteantes à Prefeitura de Santos. Que a carência existe e deve ser solucionada, é unanimidade entre os concorrentes. Mas as divergências estão na maneira de lidar com a questão. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal, GloboPlay grátis e descontos em dezenas de lojas, restaurantes e serviços! Entre os candidatos, parte cita o Centro como local ideal para reinstalar as dezenas de milhares de habitantes em condição deploráveis de moradias – até para revitalizar, repovoar e recuperar o potencial econômico da região. Outra parte já defende ampliar a zona urbanizada da cidade, levando estrutura e comércio (com oportunidades de emprego) às áreas periféricas. Há, ainda, a discordância daqueles que defendem a aplicação de parcerias público-privadas com os que preferem promover a reforma habitacional da Cidade com as próprias mangas governamentais. Veja o que diz cada candidato: Antônio Carlos Banha (MDB) Tirar déficit habitacional; recursos Federal e Estadual para construir; moradias modernas, inteligentes; trabalhar e aquecer comércios local; mapear Centro; movimentar economia local. Bayard Umbuzeiro (PTB) Utilizar o centro da cidade para implantar casas populares; realizar parcerias público privada para construir casas. Carlos Paz (Avante) Construir habitações através da folha de pagamento ou de um sistema associativo; gerar capacidade das pessoas que moram em submoradias conseguirem empregos; realizar um mapeamento das ocupações e melhorar a infraestrutura. Delegado Romano (DC) Procurar terrenos mais em conta onde possa verticalizar; povoar região central para reativar comércios; investir em moradias na Área Continental, desde que leve desenvolvimento, com trabalho, esportes e cultura Douglas Martins (PT) Planejar as soluções específicas para cada região da cidade; criação de uma política permanente de comunicação nos morros; utilizar os imóveis fechados como casas sociais; criar programa provisório de urbanização mínima em áreas insalubres. Guilherme Prado (PSOL) Abolir o modelo tradicional do conjunto habitacional; atuar em locais com condição social a moradores; aproveitar as áreas vazias do Centro para reocupar com população Ivan Sartori (PSD) Articular com governos Federal e Estadual, além de iniciativa privada para parcerias na construção; começar a retirar população de cortiços e favelas, levar a aluguel social para gradativamente reurbanizar áreas João Villela (Novo) Atuar nas áreas do São Manuel, Chico de Paula; retirar população de locais prejudicados por enchentes; aliar habitações populares a comércios e empregos, para gerar oportunidades próximas às moradias Luiz Xavier (PSTU) Discutir um plano de habitação para tirar as pessoas da área de risco; urbanizar os cortiços do centro da cidade; planejar a metropolização da cidade. Marcelo Coelho (PRTB) Realizar o congelamento habitacional nas áreas precárias da cidade; produzir casas com programas federais e estaduais; acabar com a Companhia de Habitação de São Paulo (COHAB). Dr. Márcio Aurélio Soares (PDT) Auditar a COHAB; chamar a comunidade e à academia para projetar soluções para urbanização de cada periferia; Moysés Fernandes (PV) Diminuir carência de unidades habitacionais; realizar parcerias público-privadas (PPPs); aproveitar locais já com estrutura, como Centro, Vila Mathias e Paquetá Rogério Santos (PSDB) Dar continuidade nas entregas de apartamentos populares; investir em áreas da região central; implantar PPPs para moradias Tanah Corrêa (Cidadania) Atuar nos casarões abandonados do Centro; investir na Área Continental, mas depois que sair túnel ou ponte, para garantir acesso da população à ilha; Thiago Andrade (PC do B) Regularizar a questão fundiária com aluguel social; urbanizar o Dique da Vila Gilda; oferecer habitação social para as pessoas que moram em área de risco; utilizar o terminal um ao oito no Valongo com a iniciativa privada para criar habitações sociais. Vicente Cascione (PROS) Levar a Unesco os problemas das palafitas na região; buscar financiamentos internacionais para resolver os problemas da urbanização; estender o financiamento para São Vicente e Cubatão.