Deborah Cunha, Luciana Kirsten, Vanessa Toledo, Felipe Carvalho e Mithra Cherici (Yara Tomei) Em um cenário onde todo mundo quer crescer rápido, aparecer mais e conquistar resultados imediatos, uma palavra ganha ainda mais peso: estratégia. Mas, no meio dessa pressa, surge um ponto essencial que muitas vezes é ignorado: o posicionamento. No episódio desta semana do Tricotáh, o papo vai além da imagem ou da presença nas redes sociais. A conversa mergulha em decisões, construção de autoridade, planejamento financeiro e, principalmente, na diferença entre buscar resultado rápido e construir algo que realmente se sustenta. Esse olhar também aparece quando o assunto é dinheiro e escolhas de longo prazo, como no caso do consórcio. Participaram do bate-papo a empresária Deborah Cunha, a médica Mithra Cherici, a nutricionista Luciana Kirsten e o especialista em consórcios Felipe Carvalho. Posicionamento não é aparência. É coerência Estar posicionado não significa apenas aparecer. Significa ser percebido de forma clara, coerente e alinhada com aquilo que se entrega. Ao longo da conversa, fica evidente que o posicionamento não nasce pronto. Ele é construído. E, muitas vezes, começa de forma intuitiva, antes mesmo de existir estratégia. Mithra relembra que, no início, compartilhava conteúdo sem pensar em posicionamento. Foi só depois que percebeu que a forma como se apresentava também impactava na percepção do público. A mudança não foi apenas estética, mas de consciência. Já Deborah traz um ponto importante: posicionamento também tem a ver com verdade. No caso dela, foi ao assumir sua própria história e presença no negócio que novas oportunidades surgiram. Escolher também é abrir mão Posicionamento exige escolha. E escolher também significa abrir mão. Luciana explica isso ao falar sobre sua atuação com modulação intestinal. Ao se posicionar em um nicho específico, ela filtra o público. Mas, ao contrário do que parece, isso não limita, fortalece. Quando a comunicação é direcionada, ela se conecta com quem realmente precisa daquela solução. E isso vale para qualquer área. Tentar falar com todo mundo, no fim, é não se conectar com ninguém. A construção acontece fora da internet Embora as redes sociais tenham um papel importante, o episódio reforça que posicionamento não se constrói apenas online. Relacionamento, presença, networking e convivência são partes fundamentais desse processo. Luciana destaca que sair do ambiente digital e investir no “olho no olho” foi uma das estratégias que mais impulsionou seu crescimento. Estar em novos ambientes, conhecer pessoas e se conectar de forma real amplia percepção de valor. Porque, fora da internet, não existe filtro. Existe verdade. Estratégia também é com quem você anda Felipe traz uma visão prática sobre crescimento: se conectar com pessoas que já estão onde você quer chegar. Segundo ele, mudar de ambiente e de círculo acelera o processo. Não apenas pelo aprendizado, mas pela forma como você passa a ser percebido. A associação de imagem, quando bem feita, fortalece autoridade e abre portas. Mas ele reforça: não adianta só parecer. É preciso sustentar. Consórcio: planejamento, não impulso Ao entrar no tema financeiro, o consórcio aparece como exemplo claro da diferença entre decisão por impulso e decisão estratégica. Felipe explica que o consórcio ainda é cercado por mitos, muitas vezes por experiências mal conduzidas. Mas, na essência, trata-se de um planejamento: uma construção gradual baseada em disciplina e objetivo. Mais do que adquirir um bem, ele pode ser usado como ferramenta de organização financeira, investimento e até alavancagem patrimonial. Mas existe um ponto central: expectativa. Quando a expectativa não é bem alinhada, o problema não está no produto, mas na forma como ele foi vendido. Se mal orientado, o processo gera desgaste. Quando bem estruturado, se torna uma estratégia. Felipe Carvalho (Yara Tomei) Resultado rápido tem custo. E nem sempre vale a pena Seja na vida financeira ou na saúde, o episódio traz um ponto importante: o imediatismo. Na área da saúde, Mithra explica que processos como emagrecimento não acontecem de forma sustentável no curto prazo. É uma construção que exige tempo, adaptação e mudança de comportamento. O mesmo vale para dinheiro, carreira e posicionamento. E a tentativa de inverter esse processo, buscando resultado antes da construção, quase sempre gera frustração. O que sustenta não é o começo. É a continuidade Entre erros, tentativas e aprendizados, o episódio reforça que não existe fórmula mágica. Existe constância. Existe coerência. E existe a capacidade de sustentar aquilo que se constrói. Pra guardar na caixinha Resultado rápido pode até acontecer. Mas resultado que permanece só vem com construção. Posicionamento não é sobre aparecer mais, é sobre ser lembrado pelo motivo certo. Onde você vai, com quem você anda e como se comporta diz muito sobre o que você constrói. No fim, o que sustenta não é o que parece. É o que faz sentido. Deborah Cunha, Luciana Kirsten, Vanessa Toledo, Felipe Carvalho e Mithra Cherici (Yara Tomei) Tarô da Mah: os caminhos de maio No primeiro episódio do mês, temos também o olhar intuitivo da taróloga Mah Ocroch, trazendo direcionamentos para maio. A carta do coração abre o período com um convite ao autocuidado, à empatia e à autovalorização. É um momento de olhar para si antes de tentar equilibrar o outro. Nos negócios, a carta da raposa aponta para estratégia e movimento: criar oportunidades, se posicionar com inteligência e aproveitar conexões. Mas com um alerta importante: atenção a promessas e situações pouco claras. Já a carta dos trevos reforça que o caminho pode ter obstáculos, atrasos e desafios do dia a dia, mas também traz uma mensagem direta: existe solução. É preciso adaptação. Maio chega como um mês de construção. Menos impulso, mais consciência. Menos pressa, mais direção. Mah Ocroch (Yara Tomei) Onde assistir Link do youtube: https://youtu.be/-45E7jUXtLA?si=xBPc1_e3tQd6znyl