<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-end="412" data-start="218">A inteligência artificial começa a ganhar espaço também na construção civil, uma área marcada por processos complexos, grande volume de informações e constante necessidade de tomada de decisões.</p> <p data-end="607" data-start="414"><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029Va9JSFuGehEFvhalgZ1n">Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp!</a></p> <p data-end="607" data-start="414">Do planejamento ao acompanhamento da obra, a inteligência artificial pode apoiar gestores na análise de dados, na identificação de riscos, na otimização de recursos e no ganho de produtividade.</p> <p data-end="974" data-start="609">O engenheiro civil Daniel Gedeon, proprietário da Grifo Engenharia, apresentou a palestra Inteligência Artificial na prática – O que já roda dentro de uma construtora. Segundo ele, a modernização de uma empresa não inclui, exclusivamente, a utilização de robôs e equipamentos modernos. Ela pode ajudar na cotação de materiais e na análise de propostas, por exemplo.</p> <p data-end="1277" data-start="976">“A inteligência artificial não vai levantar a sua parede. Mas ela já faz melhor que a gente tudo o que acontece antes e depois da parede subir”, afirma Gedeon, que passou a utilizar a tecnologia para aumentar eficiência e criou o método Fast Construction, com obra corporativa entregue em até 70 dias.</p> <p data-end="1510" data-start="1279">“Quem automatiza processo não fica com uma empresa mais moderna. Fica com uma empresa que toca o mesmo volume com menos estrutura. Todo trabalho repetitivo vai ser substituído. Ou a gente se alia, ou finge que não existe”, afirmou.</p> <p data-end="2006" data-start="1512">“Para nós, empreendedores, às vezes, a gente tem a garantia que um processo vai estar melhor, que você vai conseguir automatizar boa parte das coisas dentro da empresa. Isso vai te dar muito mais margem real (de lucro) e a curto prazo do que ficar esperando chegar um robô importado para construir seu prédio. A experiência dos construtores, somada à inovação, com a nova geração, conseguindo colocar em prática (esses projetos), é o que vai alavancar os resultados da empresa”, conclui Gedeon.</p> <p data-end="2006" data-start="1512">COMO COMEÇAR</p> <ul data-end="277" data-start="0"> <li data-end="61" data-section-id="1r0qm52" data-start="0"><strong data-end="15" data-start="2">Processo:</strong> Escolha o mais chato, não o mais estratégico.</li> <li data-end="151" data-section-id="nez5z5" data-start="62"><strong data-end="76" data-start="64">Análise:</strong> Antes de automatizar, mande a inteligência artificial ler o que já existe.</li> <li data-end="210" data-section-id="cs5fay" data-start="152"><strong data-end="163" data-start="154">Ação:</strong> Análise que não vira decisão é entretenimento.</li> <li data-end="277" data-section-id="1pliadp" data-start="211"><strong data-end="224" data-start="213">Rotina:</strong> O que muda a empresa é o que roda sem ninguém pedir.</li> </ul> <p data-end="306" data-start="279"><em><strong data-end="289" data-start="279">Fonte:</strong> Grifo Engenharia</em></p>