[[legacy_image_290056]] O desenvolvimento da construção civil na Baixada Santista ao longo dos últimos 52 anos tornou a região uma das mais habitadas do País, com 667 mil domicílios permanentemente ocupados nos dias atuais. Dados apresentados durante o 10º Summit da Construção Civil mostram que, entre 1970 e 2022, houve um crescimento de 374,5% no total de imóveis ocupados na região, variação maior que a registrada no Estado de São Paulo durante o período (346,2%). “Nesse período de 52 anos, tivemos a produção de cerca de 500 mil domicílios, ou 10,5 mil imóveis por ano, em média, de forma linear. Somando os imóveis de uso ocasional, chegamos a uma produção linear na região da Baixada Santista de 15 mil imóveis. Então há mercado e a construção civil vem participando ativamente desse processo”, afirmou o jornalista e cientista de dados Rodolfo Amaral, diretor da Data Center Brasil. Ele conduziu o painel Construção Civil na Baixada Santista: geração de emprego, renda e receitas. “A Baixada Santista, em número de domicílios ocupados, cresceu mais que o Estado de São Paulo. Na década de 70, produzíamos 3,87% dos imóveis do Estado de São Paulo e em 22, chegamos a 4,12%”, afirmou Amaral, avaliando que a força da construção civil na região colaborou diretamente para a evolução dos domicílios e permitiu o crescimento acima da média estadual.