Instituição informou que o valor de investimento para os projetos habitacionais, a ser custeado pelo Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), levará em conta o valor médio dos imóveis (Marcelo Camargo/Agência Brasil) A Caixa Econômica Federal confirmou as propostas para construção de 2.032 unidades habitacionais populares na Baixada Santista para famílias enquadradas na faixa 1 do programa Minha Casa, Minha Vida, ou seja, com renda mensal de até R\$ 2.850,00. Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! “Compreendendo os municípios de Bertioga, Cubatão, Guarujá, Itanhaém, Mongaguá, Peruíbe, Praia Grande, Santos e São Vicente, foram selecionadas pelo Ministério das Cidades 13 propostas habitacionais”, afirmou a assessoria de imprensa da Caixa. A instituição informou, ainda, que o valor de investimento para os projetos habitacionais, a ser custeado pelo Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), levará em conta o valor médio dos imóveis, que pode variar conforme as características regionais e populacionais de cada município. Considerando os tetos previstos pela Portaria 725/2023 do Ministério das Cidades, o valor médio na região deverá ficar entre R\$ 155 mil e R\$ 162 mil. De acordo com a pasta, os apartamentos terão no mínimo 41,50 metros quadrados (m2), compreendendo área útil com varanda, sendo 40 m2 de área principal. Municípios Em Santos, está em análise a construção de 400 unidades habitacionais, em dois terrenos: Faixa da União, na Vila Mathias, e Ouro Preto, no Estuário. A Prefeitura de Praia Grande inscreveu 258 unidades habitacionais e a maioria já recebeu o aval para contratação. Por sua vez, em Guarujá, serão dois empreendimentos: Jardim Portobello, em Morrinhos, com 250 unidades, e Cantagalo, na Enseada, com 144. Em São Vicente, as 400 moradias ficarão na Área Continental. Peruíbe terá 150 unidades habitacionais atendidas e Mongaguá, 80 moradias contempladas. Em Itanhaém, serão 200 moradias para famílias de baixa renda e em Bertioga, outras 150 moradias.