[[legacy_image_92891]] A psoríase é uma doença caracterizada por manchas vermelhas e descamações esbranquiçadas na pele, que afeta 5 milhões de brasileiros, segundo a Associação Brasileira de Dermatologia, tendo como principais alvos a faixa etária entre 15 e 30 anos e adultos de 50 e 60 anos. Mas também pode estar associada a outras síndromes, como a artrite psoriásica, que, em casos graves, quando não tratada, causa a destruição da parte óssea dos dedos. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! [[legacy_youtube_TKKcSF0u2Oc]] Para alertar a população, a dermatologista Luiza Fuoco e a reumatologista Valéria Favacho participarão de uma live, na próxima terça-feira (24), sobre os sintomas, tratamento e importância do diagnóstico precoce da doença, organizada pelo Grupo Tribuna. A mediação do evento será feita pela jornalista Vanessa Martins. Haverá transmissão no Facebook do Grupo Tribuna e YouTube de A Tribuna. “É uma doença inflamatória crônica da pele, sistêmica genética e autoimune (...). A psoríase pode acometer o couro cabeludo, as unhas, as articulações e a região genital. É uma síndrome que está associada ao consumo de álcool, tabagismo e síndrome metabólica”, explica Favacho. Mas nem sempre apenas a pele é infectada pela doença e atinge também, as articulações, como mãos, tornozelos, cotovelos, joelhos e até a coluna. Nestes casos, o quadro clínico é chamado artrite psoriásica, problema que deve ser avaliado por um reumatologista. “Ela pode até se manifestar com dor no corpo todo, causar uma sensação de cansaço muito grande, que a gente chama de fadiga e aparece sem nenhuma causa específica, sem nenhum esforço”. [[legacy_image_92892]] Além disso, há outras doenças que podem ser associadas ao desenvolvimento da psoríase, como dor abdominal, vermelhidão no olho, obesidade, hipertensão, diabetes, infarto e até Acidente Vascular Cerebral (AVC). Devido a essas razões, o diagnóstico precoce da psoríase, feito em conjunto por um dermatologista e reumatologista, são essenciais para dar mais bem-estar para a população. “Controlando o processo inflamatório da pele ou da articulação, a gente devolve ao indivíduo a qualidade de vida, a autoestima, então isso deve ser feito de uma forma que um tratamento, um remédio, muitas vezes consegue contemplar todas as manifestações da doença”, finalizou Fuoco.