[[legacy_image_251204]] A escola em tempo integral foi citada no fórum A Região em Pauta, por educadores, como um caminho, para potencializar o aprendizado, principalmente após a pandemia. Seguindo nesta linha, a maior parte das cidades da região possuem unidades deste tipo. Também há um movimento geral, a fim de aumentar o tempo dos estudantes nos colégios. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Procuradas por A Tribuna, todas as secretarias ou diretorias de Educação da Baixada se manifestaram. Dos nove municípios da Baixada Santista, por ora, o único que não tem unidades em período integral é Mongaguá. Conforme a Prefeitura, existe o objetivo de, ainda em 2023, levar o modelo aos alunos do sexto ao nono ano da EMEF Arpoador, que está em fase de mobília e deverá ser inaugurada em breve. Além disso, um estudo está em andamento, buscando a inserção da modalidade em unidades escolares que possuam espaço para atender, de forma confortável, os alunos da Educação Infantil. Até este momento, Mongaguá oferece, somente, oficinas e projetos no contraturno das aulas. “Os prédios públicos necessitam de intervenções estruturais, para que possam atender a essa demanda. É preciso adaptar banheiros, salas, cardápios. O estudo que está em andamento visa, justamente, essas questões”, disse a diretora de Educação, Priscila Eleutério. Guarujá, por sua vez, não possui escolas deste sistema para estudantes do Fundamental. Porém, a jornada escolar em tempo ampliado acontece por meio do Programa Linguagens da Educação Integral (PLEI). A cidade conta com creches em tempo integral. “O atendimento em jornada ampliada sempre foi uma preocupação. Nos tranquiliza saber que o município tem sua própria política pública, executada através do PLEI”, destaca o secretário de Educação, Márcio Reis. Em Cubatão, encontram-se 27 unidades que aderem ao ensino de tempo integral, sendo 16 creches, sete de pré-escola e quatro de ensino Fundamental (1 e 2). Mais de 30% dos alunos da rede fazem parte do programa. A meta é atingir 50%. Já Bertioga possui 14 creches e duas escolas do Fundamental neste sistema. O Prefeito de Santos, Rogério Santos, disse, no A Região em Pauta, que 56% dos estudantes do município estão inseridos na modalidade. “Estamos muito acima da meta nacional para 2024. Mas, nosso objetivo já era, antes do maior pico da pandemia, que 75% das crianças estivessem em período integral. Por isso, adquirimos escolas, como o Colégio Marza, que servirá de apoio para o ensino em período integral”. Mais ao sul, em Itanhaém, 10,64% dos alunos estão neste regime. De acordo com a secretária de Educação, Cultura e Esportes, Márcia Galdino, “estamos trabalhando para ampliar o acesso à creche para todas as crianças, garantindo aprendizagem e desenvolvimento e diminuindo as desigualdades sociais”. Conforme a administração de Praia Grande, aproximadamente dois mil alunos são atendidos em 11 unidades, participando de atividades em período integral. Neste ano, a pasta municipal estudará a ampliação deste serviço para mais locais de ensino. São Vicente, que já inaugurou o Ambiente Municipal de Educação Integral - AMEI Rei Pelé, prevê, para este ano, a abertura do Complexo Tancredo Neves, com mais três AMEI´s (escolas em tempo integral): Visconde, Narizinho e Emília. “Não é só Educação. É um espaço de lazer, de convívio, de vivência social”, frisou o prefeito Kayo Amado. Por fim, em Peruíbe, apenas escolas de Educação Infantil ofertam o período integral para 1.055 alunos, o que corresponde a 12,7% do total de estudantes da rede municipal. No entanto, está sendo realizado estudo, para implantação de escola em tempo integral.