[[legacy_image_223333]] As cidades da Baixada Santista têm buscado ampliar o olhar para a acessibilidade. A Secretaria de Assistência Social de Praia Grande conta com, por exemplo, a Residência inclusiva, unidade destinada a pessoas portadoras de múltiplas deficiências, que dependem da ajuda de terceiros para as atividades do dia a dia, como se alimentar, tomar banho e trocar de roupa. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Na Habitação, os projetos realizados contemplam acessibilidade. A seleção das famílias nos programas municipais é inclusiva, com prioridade para idosos, pessoas portadoras de deficiência, mulheres chefes de família, entre outras. Na Saúde, o Centro Especializado em Reabilitação Joanna Imparato atende pacientes de todas as faixas etárias, com equipamentos destinados ao tratamento em reabilitação, fisioterapia, diagnóstico, avaliação e orientação, em uma estrutura adequada à condição física e mental. No transporte público coletivo, Praia Grande tem constantemente investido em veículos acessíveis. No âmbito da acessibilidade pedagógica, todos os estudantes público-alvo da educação especial contam com Plano de Ensino Individualizado, além da oferta de Atendimento Educacional Especializado em salas de recursos multifuncionais equipadas com jogos, materiais diferenciados e recursos digitais diversos. Em Guarujá, foi criado o banco de currículos, com base na lei de cotas para contratação e inclusão de pessoas com deficiência. Na área da educação, há sala de recursos multifuncionais, professor de Educação Especial em sala de aula, apoio inclusivo, estagiários, intérpretes em libras e instrutores. BertiogaNa área da Saúde, o município possui o Núcleo de Apoio a Criança Especial, que atende crianças e adolescentes até os 18 anos, com tratamento especializado aos pacientes com deficiência física e/ou intelectual. Na Educação, Bertioga possui agentes de apoio nas unidades escolares, assistindo duas ou três crianças por sala de aula com algum grau de deficiência. Também há professoras de educação especial, que acompanham crianças PCD’s e desenvolvem atividades extraclasse. [[legacy_image_223334]] Mongaguá, Itanhaém e CubatãoEm Mongaguá, os novos projetos de edificações contam com acessibilidade. A maioria dos edifícios possui rampas com essa finalidade. Também estão sendo implantados elevadores nas unidades escolares, como na EMEF Sirana Koukdjian, na região Central, Emeief José Carlos de Freitas, em Agenor de Campos, e a nova escola Arpoador, no Jussara. Os pontos turísticos estão recebendo acessibilidade. No Poço das Antas, a Prefeitura proporcionou acessibilidade aos visitantes com deficiências físicas. Já em Itanhaém, o Poder Público recebeu recentemente as cadeiras anfíbias do Governo do Estado e, com isso, o Programa Praia Acessível será retomado. Na Assistência Social, a Prefeitura mantém parceria com as duas entidades municipais com serviços de convivência e fortalecimento de vínculos com jovens e adultos com deficiência. Além disso, o Poder Público instalou há pouco tempo as duas Estações de Playgrounds Adaptados. No fim deste mês, a Prefeitura irá promover visita técnica à Cachoeira Três Quedas, onde serão testadas as cadeiras adaptadas para trilha, uma novidade. Em Cubatão, por meio do programa Acessuas, são ministrados cursos onde atende PCD com acompanhamento de tradutor de Libras, como o de pintura desenvolvido no momento. A inclusão nas escolas atende às crianças e está em fase de desenvolvimento o censo de PCD na Cidade, defasado desde 2010, para que Cubatão possa ter o total de PCD por CID (Classificação Internacional de Doenças) e, assim, desenvolver e buscar programas para todos. Em breve, Cubatão desenvolverá, junto à Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, um curso de Libras aberto à comunidade. Por fim, está em fase de estudos a implantação do Centro Dia, equipamento voltado ao atendimento de PCD.