[[legacy_image_223361]] A cidade de Peruíbe tem aproximadamente 8,4 mil alunos na rede municipal de ensino. Destes, perto de 300 possuem alguma deficiência. “A escola pública é o espaço mais democrático, porque a família tem o direito de levar sua criança para a escola e, chegando lá, vai ser atendida”, observa Ana Paula Gimenez, diretora do Departamento de Educação Básica da cidade. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Na composição do Serviço de Educação Inclusiva e Atendimento Multidisciplinar - SEIAM, a Secretaria Municipal de Educação passou a contar com uma Coordenadora Pedagógica, de provimento efetivo, com habilitação em Educação Especial. “Também passamos a contar com sete Assistentes Técnicos Educacionais, que atuam junto às escolas da rede municipal de educação, objetivando articular ações entre a escola, a família e a secretaria de saúde; também passamos a contar, ainda, com uma Assistente Social, dois Agentes Sociais Escolares, duas Psicólogas e um Fonoaudiólogo para atuação conjunta com a equipe gestora de cada unidade”, detalha Ana. Com relação ao atendimento do aluno com deficiência, a rotina do Serviço de Educação Inclusiva e Atendimento Multidisciplinar se inicia quando é notificado pela unidade escolar na ocasião de matrícula de aluno com deficiência ou hipótese diagnóstica de deficiência, visto ser o setor responsável pelas ações que apoiam estes estudantes. Os recursos de apoio são oferecidos com a devida indicação da equipe gestora e do Conselho de Avaliação Interna da unidade escolar e validados pela Secretaria de Educação. A intenção é ampliar a oferta do Atendimento Educacional Especializado, com a criação de três novas salas de recursos multifuncionais, em escola de Educação Infantil, visando personalizar o atendimento para crianças com deficiência na faixa etária de até 5 anos, bem como ampliar o número de professores especialistas - PEB II- Educação Especial e de agentes sociais escolares, passando a contar com seis profissionais. A Secretaria estuda os critérios para a criação do cargo de psicopedagogo, visando atender os alunos com transtornos diversos como dislexia, dislalia, TDA-H e TOD. “Hoje a gente tem o trabalho da Busca Ativa, que quer incluir as crianças que estão afastadas da realidade escolar, por questão social grave. Ou seja: não conseguem acessar a escola ou fazem precariamente, porque às vezes a família não tem a consciência de que isso pode mudar a vida daquela criança. E vice-versa”, informa Ana Paula da Silva Souza, coordenadora do Serviço de Educação Inclusiva e Atendimento.