[[legacy_image_301079]] Existem empresas que recrutam jovens aprendizes, dando a eles a chance de iniciarem uma carreira. Isto acontece com a MSC, que aproveita boa parte dos garotos e garotas oriundos do Centro de Aprendizagem e Mobilização Profissional e Social (Camps). O que isto tem a ver com inclusão? Muita coisa. Normalmente, aqueles que procuram a entidade vivem em situação de vulnerabilidade e/ou moram na periferia, local em que predominam pretos e pessoas que, em algum momento, serão excluídas do mercado. Por isso, as contratações e a abertura de portas para este público foram destacadas durante A Região em Pauta. A gerente de RH da própria MSC, Aurora Acuña, por exemplo, disse que “para trabalhar no recrutamento e na inclusão, atuar com uma instituição de aprendizagem é essencial”. Segundo ela, isto permite que a organização “tenha acesso a um público diverso”. Já a subgerente de RH da mesma empresa, Juliana Ventura, ressaltou que muitos dos gestores da companhia, entre os quais ela está, foram recrutados graças à parceria da com o Camps. “Sou exemplo disso (veja mais no destaque). Aqui, se trabalha com a questão de capacitar e desenvolver os jovens, criando oportunidades. Eles recebem toda a parte educacional, que talvez não tenham conseguido externamente. Além disso, cerca de 91% dos aprendizes são efetivados”. Atualmente, 212 funcionários, de um total de 1.600, são oriundos deste programa de recrutamento da organização.