[[legacy_image_220203]] A mobilidade urbana na Baixada Santista segue ameaçada. O motivo é a elevação da frota de veículos na região. Em duas décadas (de 2002 até setembro deste ano), o crescimento foi de 195,58%, o equivalente a 644.810 unidades. O índice é superior à taxa estadual (166,74%). Os dados são do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e foram levantados, a pedido de A Tribuna, pela Data Center Brasil, empresa de consultoria de dados. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! A frota regional de automóveis de passeio nesses 20 anos apresentou subida de 130,67% e a de motocicletas, 374,51%. Os percentuais também são superiores às taxas estaduais (128,45% e 356,63%, respectivamente). Vale recordar que a Baixada Santista possui apenas 0,95% do território paulista, detém 3,04% da frota total de veículos e ainda recebe a demanda na temporada e o movimento do tráfego do Porto de Santos. Santos é a que possui maior frota das nove cidades da região: 280.822, sendo 139.336 automóveis e 80.271 motos. A quantidade de veículos na Baixada Santista é de 974.506. CombustívelLevantamentos apurados pelo Anuário Energético do Estado de São Paulo relativos ao Exercício de 2021 demonstram que o consumo de combustível na Baixada Santista alcançou a marca de 1.003.424.218 litros, respondendo pelo percentual médio de 3,35% do consumo estadual. Os dados também foram pesquisados, a pedido de A Tribuna, pela Data Center Brasil. Em 2021, Santos é a líder na gasolina, com 80.019.000 litros, enquanto São Vicente é a primeira colocada no diesel (145.316.323 litros) e, por sua vez, Praia Grande ocupa o lugar mais alto do pódio no etanol (54.657.341 litros).