[[legacy_image_63454]] O que fazer quando um incêndio destrói o sonho de uma vida? No primeiro momento, a tristeza absoluta dá o som. No seguinte, a garra de se refazer. É o que pensa a empresária do ramo da beleza Liza Silone, de Cubatão. Desistir, definitivamente, é palavra que passa longe do vocabulário da empreendedora. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! “Sempre pensei no conforto das clientes e, depois de três anos e meio, inaugurei minha clínica. Foi em fevereiro. Em março, veio a pandemia. Aconteceu um acidente no prédio onde eu tinha meu espaço. Uma loja que tinha embaixo pegou fogo e atingiu meu estabelecimento. Então, eu perdi tudo. O sentimento de frustração veio, de se perguntar o que fazer. Mas tudo deu certo”, descreve. Foi o capítulo mais recente de uma história que começou por conta de uma necessidade urgente; pagar as contas, que sobreviviam à falta de um emprego no mercado formal. “Tinha um curso na área de sobrancelha, fui me especializar, aproveitei o que eu tinha. Por isso que digo pras pessoas que não precisa de muito pra começar. Foi assim que iniciei: comecei me especializando, entrei num salão de beleza, e continuo no mercado. Pago minhas contas apenas com o dinheiro do meu negócio”, explica. Com o tempo, a gana de empreender foi movendo Liza. Mas a iniciativa exigia preparo por parte dela. Foi quando recorreu ao Sebrae. “Quando iniciei na área, foi no salão. Quando vi que tinha clientes o suficiente, resolvi abrir um espaço para mim.Procurei o Sebrae para fazer cursos, para planejar, porque não tinha conhecimento de como ia começar”, conta. Passado o susto com o fogo, Liza adotou a resiliência como norte. “A gente não pode desistir do nosso sonho. Tem que ser a primeira a acreditar no nosso potencial”.