[[legacy_image_263292]] Mais de 2.470 pessoas em situação de rua vivem na Baixada Santista. A maioria está em Santos, Praia Grande e Guarujá. A cidade com menos indivíduos em tal condição é Mongaguá. Ao destrinchar os dados enviados pelas prefeituras para A Tribuna, percebe-se que grande parte daqueles que vivem em vias públicas se concentra nesses três municípios. Somados, eles abrigam 2.022 pessoas. Isto representa 81,9% do total. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Analisando cidade por cidade da região, o que se constata é que Santos possui o maior número de indivíduos em situação de rua. Único local da Baixada com dados desatualizados, Santos apresenta, conforme censo realizado em outubro de 2019, conduzido pela administração municipal em parceria com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp - Baixada Santista), 868 pessoas nessa condição — como a informação é anterior à pandemia, especialistas apontam que este quantitativo está subdimensionado. Na segunda posição do ranking, aparece Praia Grande. Lá, estima-se que existem 698 indivíduos. Já em solo guarujaense, a quantidade é de 456. Quanto aos demais municípios, Cubatão e Bertioga têm números parecidos. A primeira citada conta com 117, enquanto a outra, 120 em média. Finalizando, Itanhaém possui 100, Peruíbe conta com 79 e Mongaguá abriga 32. São Vicente não encaminhou seus dados até o fechamento da edição. São PauloNo primeiro painel do evento, cujo tema foi Relatos Locais e a Experiência de São Paulo, o quadro da capital paulista também foi exibido. Na cidade, eram cerca de 31,8 mil pessoas em situação de rua em 2021. “Se comparado a 2019, houve crescimento de mais de 7.500 indivíduos. Ganhamos a população de rua do Rio de Janeiro no período (da pandemia)”, afirmou o secretário de Projetos Estratégicos da Prefeitura de São Paulo, Alexis Vargas. Outra informação destacada pelo secretário é sobre o crescimento de famílias inteiras que passaram a viver nas vias públicas em decorrência de problemas econômicos provocados pela pandemia. “O aumento de famílias nas ruas foi de 100%. Não conseguiram mais pagar aluguel.”