[[legacy_image_305277]] Com vida sexual ativa cada vez mais cedo, adolescentes precisam ter informação correta e confiável sobre como prevenir infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), como tratá-las caso fiquem doentes, como evitar a gravidez indesejada e para que servem as vacinas, como a que previne o HPV. Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! Esse foi um dos enfoques de um fórum organizado e conduzido por alunos do grêmio estudantil da UME Pedro II, de Santos, no auditório do Grupo Tribuna. Chamado NG em Pauta, o evento está em seu segundo ano e visa a levantar temas relevantes para os jovens com linguagem própria. “Hoje, meninos e meninas de 12, 13 anos têm outra cabeça, são mais abertos e maduros para várias coisas. Então, temos que falar diretamente sobre todas as questões”, diz a médica infectologista Elisabeth Dotti, que participou de um dos painéis. Para Bruna Knudsen, ginecologista, que também esteve no painel sobre ISTs, há risco de os jovens buscarem informação em fontes não confiáveis. “Muitos não procuram atendimento porque se tratam em casa com medidas que viram na internet. Isso é um risco. Eventos como este ajudam a levar informação correta.” Para Giovanna Senna, de 14 anos, presidente do Grêmio Estudantil da Pedro II, os fóruns são uma “forma de aprender outros conhecimentos de maneira diferente, descontraída. É mais dinâmico, participativo. O público se envolve e presta atenção”. O fórum também abordou a saúde dos jovens a partir dos resultados do Programa Jovem Doutor, aplicado nas escolas da rede municipal com ajuda da Faculdade de Medicina da USP.