[[legacy_image_117358]] Um deficit de 300 a 400 homens, ou cerca de 18% do efetivo da Polícia Militar. Concursos públicos, como o anunciado na última semana (2.700 vagas), podem baixar esse índice para 12%. O dimensionamento de um dos gargalos da segurança pública foi feito pelo comandante regional da Polícia Militar, coronel Cássio Freitas, durante live do projeto A Região em Pauta, realizada nesta terça-feira (26), nas plataformas do Grupo Tribuna. (confira a íntegra da live abaixo) Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! O debate, mediado pela gerente de projetos e Relações Institucionais, Arminda Augusto, também teve a participação do chefe do Deinter-6 (Polícia Civil), Manoel Gatto Neto, e da diretora-executiva do Instituto Sou da Paz, Carolina Ricardo. Freitas reconhece que a falta de um contingente de policiais militares tido como ideal é mais um desafio a ser encarado. No entanto, salienta que o índice de aprovação nos processos seletivos é de 17 para cada 100 postulantes. O comandante explica que o planejado é de 89 mil homens no Estado. No entanto, levantamento do Data Center Brasil revela que, de 2011 a 2020, o total de policiais militares ativos (estado) caiu de 88.691 PMs para 81.651, enquanto os inativos cresceram de 46.200 para 66.100. “E a gente não pode mexer nos requisitos de entrada dessas pessoas. O policial tem que ter algumas características, que vão ser cobradas — e resiliência (capacidade de ser flexível em meio a situações e cenários difíceis) é uma delas —, como psicológicas e físicas. A parte técnica, depois a gente trabalha”, explica. Polícia CivilManoel Gatto também afirmou que deseja ter mais policiais civis para atuar na região. Entretanto, ele ressalta que, entre o ano passado e este, foram recebidos 108 policias para atuação na área do Deinter-6, além da entrega de 50 viaturas novas. “Tínhamos uma resolução, a 105, que fixava o número de policiais por unidade. Se a gente usasse ainda esse critério, estariam sobrando policias. Indiscutivelmente, gostaríamos de trabalhar com mais gente. Mas existe uma limitação do próprio Estado”, pondera Gatto. IntegraçãoCarolina Ricardo, do Sou da Paz, prega um trabalho integrado entre as polícias militar e civil, além da participação do Poder Público e da sociedade civil, para ajudar a amenizar o problema da segurança pública. “É importante dizer que a polícia tem um papel relevante, mas há muito mais coisa a ser feita em termos de segurança pública. Se não for de forma mais orgânica, vamos ficar enxugando gelo”, avalia. Confira a íntegra da live pelo Facebook, ou abaixo, no Youtube: [[legacy_youtube_xcDkVDXxkpc ]]