[[legacy_image_257697]] Na Baixada Santista, a água passa por um longo caminho antes de chegar às torneiras das residências e empresas. No percurso, há encanamentos, estações e muitos outros elementos estruturais. E não necessariamente um rio alimenta somente a cidade da qual faz parte. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! O líquido bruto captado na região vem de 27 rios, ribeirões e córregos. Portanto, a média seria de três para cada um dos nove municípios. Entretanto, a conta não é exata, já que Santos, por exemplo, conta só com o Rio Macuco, enquanto Bertioga, sozinha, possui vários: Rio Itapanhaú, Ribeirão Pedra Branca, Rio São Lourenço, Córrego Pelaes ou Fazenda, Ribeirão das Furnas e Guaratuba. Apesar dessa diferença, conforme a Sabesp, todo o sistema é integrado, permitindo a transferência do fluxo do líquido de um local para outro. Sendo assim, para se ter uma ideia, o Rio Cubatão “alimenta” Cubatão, Santos e São Vicente, além de Guarujá e Praia Grande. Do mesmo modo, os dois maiores mananciais da Baixada utilizados pela estatal, os rios Mambu e Branco, servem para o abastecimento de Peruíbe, Itanhaém, Mongaguá e Praia Grande, indo até a área continental vicentina. Na arte, é possível conferir cada um dos mananciais, divididos por cidades, e também as estações. Caminho A água captada passa por alguma das 15 estações de tratamento da região. Na sequência, vai, por meio de tubulações adutoras, para um dos 53 centros de reservação, que, somados, têm capacidade total de 340 milhões de litros de líquido tratado. De lá, o recurso natural segue por redes de distribuição para as caixas-d’água das residências. Clique aqui e veja os mananciais e as estações de tratamento.