[[legacy_image_130786]] Sempre aparecendo como favoritos desde o ano 2000, os corredores africanos chegam mais uma vez como cotados no 35º 10 KM Tribuna FM-Unilus, neste domingo (4), em Santos. Mais do que isso, os quenianos podem comemorar a sexta dobradinha na prova, que terá 8,7 mil participantes. Até hoje foram 26 vitórias de atletas do continente africano, sendo 21 do Quênia. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Nas últimas 13 edições, os corredores desse país estiveram no lugar mais alto do pódio na prova ininterruptamente. Se ampliar para o continente, das últimas 20 provas, somente duas não tiveram vencedores da África. Neste retorno da prova, adiada em maio de 2020 devido à pandemia, dois quenianos aparecem entre os grandes favoritos: Bernard Kipsang Chumba e Vivian Jeftanui Kiplagati, que fizeram dobradinha na Meia Maratona de João Pessoa recentemente. Na prova passada, em 2019, o Quênia garantiu vitória dupla no masculino e feminino pela sexta vez, com Nicolas Kiptoo Kosgei e Esther Chesang Kakuri. A história da participação africana começou em 2000. Na ocasião, com a primeira das três vitórias seguidas do angolano João Ntyamba, que também fez história com seis participações em Olimpíada. Naquele mesmo ano de 200, houve a primeira participação do Quênia em Santos com Willian Mysyoke, com um modesto sexto lugar, pelo que viria posteriormente. Em 2001, Leah Kiprono inaugurou a sequência de títulos. Na história da corrida santista, três atletas africanos chegaram ao tricampeonato. Além de Ntyamba, que puxou a fila em 2000, 2001 e 2002, vieram as quenianas Eunice Kirwa, em 2009, 2010 e 2011 e Nancy Kipron, em 2013, 2014 e 2015. Outra vitória africana muito importante foi de Maxwell Kortek Rotich, de Uganda, em 2018, estabelecendo o novo recorde, em incríveis 27 minutos e 22 segundos para ratificar a fama da prova ser a mais rápida do País na distância. Já entre as mulheres, a melhor marca é queniana, com Paskalia Chepkorir Kipkoech, em 2012, com 30min57s.