[[legacy_image_285260]] CréduloO leitor comemorou a decisão do STF sobre o controle de armas das pessoas que as têm registradas e, portanto, todos os nossos problemas de violência serão resolvidos daqui em diante. Mas, parece que se esqueceram de combinar com os bandidos, que agora poderão continuar os seus assaltos e assassinatos com mais tranquilidade, pois saberão que possivelmente as suas vítimas estarão desarmadas. Este país é um dos mais violentos do mundo e, sob a perspectiva do leitor e do STF, cujos ministros têm os seus seguranças devidamente armados, os culpados não são os bandidos, que não têm armas registradas, mas sim aqueles que as têm e que podem, ou poderiam se defender. Mesmo não tendo arma, não sou contra, pois a defesa pessoal e da família contra um bandido é irrepreensível e, portanto, respondendo à pergunta do leitor se “Jesus mandou meter bala em vez de amar o próximo”, parece que agora temos somente uma opção, que é ajoelhar-se e fazer uma oração de perdão ao meliante. Ademir Alonso Rodrigues - Santos Foco de dengueQuem frequenta o Estádio Ulrico Mursa em jogos da AA Portuguesa não somente se entretém com a partida como corre o sério risco de contrair doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, como dengue e chikungunya. Tudo porque o parque aquático localizado atrás das arquibancadas cobertas está em completo abandono, com água turva e verde, um autêntico convite à reprodução da espécie. Mesmo o terreno não pertencendo mais ao clube lusitano, como é sabido, alguém deve responder por isso. Com a palavra, a Prefeitura de Santos e órgãos competentes. Mauro Santos - santos GuarujáNão vou entrar no mérito da questão se a PM realmente matou inocentes pelo simples fato de não conhecer nenhum morto, mas uma coisa me chamou a atenção. Em uma reportagem na internet, uma moradora do bairro onde supostamente ocorrem tais abusos cita (transcrevo exatamente o que consta na reportagem): "Quem ainda é do crime já meteu o pé daqui. Só quem continua e corre risco de morrer são os pais de família que um dia foram presos e hoje seguem a vida correta ou a molecada que infelizmente comete um delito ou outro, mas não tem condições de fugir das mãos dos policiais”. Um delito ou outro.... Bom, vamos relativizar o crime, então? O que seria um delito ou outro? Um mero celular, como teria dito nosso atual presidente? Uma correntinha de algum banhista como ocorre várias vezes no Guarujá? Pelas palavras isso não teria problema... E ainda: “não tem condições de fugir da polícia”. E as vítimas desses bandidos, que não podem fugir também? O ativista e historiador (curioso como sempre aparecem ativistas e historiadores) diz que é preciso punir os autores dos supostos crimes, ok! Mas por que o sr. não vai às mídias falar a mesma coisa quando alguém é baleado, assaltado, estuprada? Por que só aparecem para “atirar” pedras na polícia? Fabricio Xavier Leonardo - Guarujá Consumo recreativoO tal do STF (o real Poder Legislativo do País) vai julgar ação liberando o consumo de maconha para fins recreativos. O portador de até uma determinada quantidade será considerado usuário. Fiquei com uma dúvida, mesmo sendo considerado usuário, o portador comprou a droga onde? Na padaria do bairro? Na farmácia? Na borracharia? Vende nas grandes redes de supermercado? Será que posso comprar com milhas como nas cias. aéreas? Tem desconto para idoso? O usuário tem que comprar em algum lugar, mas como a venda é proibida ele compra do traficante, portanto, é polo ativo no crime de tráfico! E então, STF, como fica? Ou vai legalizar o tráfico também como sonha o ministro Barroso? Aliás, “fins recreativos”? Se drogas são para fins recreativos, a Cracolândia deve ser um parque de diversões, e aqueles mortos-vivos que lá circulam devem ser felizes cidadãos curtindo um momento de lazer e recreação. Marcos Mendonça - Santos CavalheirismoJornalista Suzane Gil Frutuoso, no domingo li sua crônica e fiquei muito incomodado com seu título “Repense o Cavalheirismo”. Sou supercavalheiro com minha esposa e somos casados há 33 anos. Acredito que o título de sua crônica deveria ser “Falso cavalheirismo”, pois, até hoje, dou flores, abro as portas do carro e de restaurantes, puxo as cadeiras e jamais divido as contas. Seu título está equivocado, repense....Orlando de Oliveira Campos - Santos