[[legacy_image_273293]] Política Ao dar seu voto a determinado parlamentar, o eleitor espera que o mesmo siga religiosamente as principais funções que a Constituição lhe atribui, que é legislar de forma republicana e fiscalizar os atos do governo. Na realidade, o que se vê é completamente o contrário. Uma minoria que domina o Congresso não só vota de forma a favorecer seu grupo de apoio ou interesses pessoais, como ainda influi no voto de muitos parlamentares interessados nas famosas e famigeradas “negociações”, nem sempre republicanas. Em resumo, a opinião do eleitor só é valiosa na votação, após as eleições, somos cartas fora do baralho. Entra presidente, sai presidente e tudo continua na mesma. Até quando? - Orlando Machado - Santos Polícias Será que estarei vivo para ver novamente as coisas voltarem ao normal, como antigamente? Ou seja: a polícia fazendo valer a sua condição de polícia e não viver sempre com medo de morrer nas mãos dos bandidos? Gostaria de ver novamente o Poder Judiciário julgando e fazendo a bandidagem mofar atrás das grades, sem benefício algum, por ter trazido prejuízo para a população. Hoje, com o rabo balançando o cachorro, quase todo dia assistimos e lemos nos meios de comunicação que a bandidagem matou mais um policial, seja ele aposentado ou da ativa. O pior de tudo isto é escutarmos que o PCC que está mandando em tudo e determina uma cota de policiais a ser mortos. Tenho quase certeza que, se por acaso um desses criminosos que estão eliminando policiais for preso, já terá um monte de advogados de renome se embolando nas portas das cadeias para soltá-los. Os argumentos tenho certeza que serão como esse: “O meu cliente só matou para se defender". Daí, o júri acata os argumentos da defesa e coloca os meliantes nas ruas, para cumprir a pena em liberdade. Estou para dizer que, daqui a alguns anos, vai faltar quem queira ser policial por ter medo de arrumar um emprego que pode levá-lo à morte. - Josemilton de S. e Silva - Vicente de Carvalho CivilidadeO serviço Bike Santos demonstra o avanço da população santista quando é preciso ter muito senso de cidadania, que implica diretamente saber viver na coletividade para assimilar a responsabilidade de cada cidadão pelo todo. Quando estive em Londres, Inglaterra, pensei comigo acreditando que aquele serviço jamais chegaria ao Brasil, mas eu estava errado. Como contador numa prefeitura, imagino o que os bilhões de receita que entram nos cofres públicos poderiam fazer pela população e pela cidade como um todo, incluindo o meio ambiente. Acredito que mais do que os bens econômicos que uma cidade pode ter, nada é comparável ao seu cidadão assistido pela riqueza que as receitas podem fazer por ele. - Franz Josef Hildinger - Praia Grande Gabinete Paralelo Envolto em denúncias desde que assumiu o cargo de ministro das Comunicações do atual governo, Juscelino Filho, com a desfaçatez dos falsos ingênuos, permite que seu sogro, Fernando Fialho, use seu gabinete para reuniões e despachos com empresários como seu “conselheiro informal”. Inclusive na ausência do ministro. A pantomima do Ministério da Saúde, do governo anterior, sem punição até hoje, parece fazer escola. Funcionários da pasta confirmam a presença de Fialho no “gabinete paralelo”, contribuindo com sua vasta experiência em cargos ocupados como secretário de Estado do Maranhão. Em um ministério cujo orçamento é de R\$2.2 bilhões, acredito, de fato, que seu conhecimento da máquina pública será de enorme relevância. Não à toa, Fialho é empresário e controla cinco empresas nos ramos de portos, construção, mineração, criação animal e consultoria. Com tempo disponível, agora volta seu interesse à área de telecomunicações, inclusão digital e sistema de radiodifusão. É um globettroter do serviço público. Por pura e grotesca picuinha da oposição, tornou-se réu acusado de desvio de dinheiro público em um convênio de R\$ 4.900 milhões, cuja denúncia oferecida em 2019 e recebida pela justiça em 2021 segue em tramitação. - Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos Deus e a natureza A natureza é, em um sentido limitado, a vestimenta física de Deus. A conduta, ou ação de Deus, é, qualificada e provisionalmente, modificada pelos planos experimentais, pelos modelos evolucionários de um universo local, constelação, sistema ou planeta. Deus atua de acordo com uma lei bem definida, invariável e imutável, em todo o amplo e cada vez mais vasto universo-mestre; mas Ele modifica os modelos da Sua ação, de modo a contribuir para a conduta coordenada e equilibrada de cada universo, constelação, sistema, planeta e personalidade, de acordo com os objetivos, metas e planos locais dos projetos finitos para o desdobramento evolucionário. - João Horácio Caramez - Santos