[[legacy_image_307224]] Assassinatos e armasEm sua crônica publicada em A Tribuna, o ex-deputado estadual e médico Fausto Figueira faz uma ilação acerca da posse de armas e homicídios. Ora, isso é patentemente falso e é facilmente verificado pelas estatísticas oficiais sobre posse de armas e homicídios. Desde o Governo Temer, observamos uma queda de homicídios no Brasil, o nosso Estado é um exemplo claro, ao mesmo tempo que houve um aumento do número de posse de armas. Se existe uma relação entre número de posse de armas e crimes, esta é uma relação inversamente proporcional. Vejo que afirmações semelhantes ao do ex-deputado são repetidas na imprensa frequentemente, sem crítica alguma e sem a devida checagem de dados oficiais. A Tribuna faria bem em abordar este assunto, citando os dados disponíveis. Afinal de contas, acreditamos na ciência ou não? João Paulo Calife Vernieri - Santos Antigo relógioQuem passar pela Avenida Ana Costa e der uma olhadinha na Estação da Cidadania de Santos, antiga Estação Sorocabana, não verá mais o relógio que ocupava o ponto alto do prédio e que se destacava na arquitetura da instalação. O marco da antiga estação de trem resgatou todo o simbolismo de uma época, na qual o tempo era fundamental por conta das partidas e chegadas das pessoas na antiga estação de trem. Agora, a relíquia não está mais lá. Por onde andará o relógio? Gilberto Pereira Tiriba - Santos Futebol competitivoO futebol hoje tem de ser jogado com muita marcação, muita disposição e muita intensidade. Não são aceitos mais toques laterais, recuos de bola, mais toques laterais e lançamentos errados. Parece que ninguém treina cobranças de faltas hoje em dia. Além disso, a disputa pela posse de bola e os deslocamentos rápidos se fazem necessários, assim como os zagueiros se antecipando e os laterais apoiando e não se livrando da bola. O objetivo coletivo é o gol e não jogar bonito, com estilo individual. Vejam o Red Bull Bragantino, sem estrelas e com futebol coletivo. Não existe mais um campeão da técnica e disciplina, hoje o campeão é muito competitivo e objetivo. Acorda, Santos! Oswaldo Martins Neves Jr - Santos Vale tudoEu sou do tempo em que o pessoal da canhota era quem era canhoto e batia um bolão jogando futebol. Hoje, é fácil defender governos genocidas e políticos irresponsáveis que praticaram um desgoverno e são beneficiados por leis que se tornam sinônimo de impunidade, sejam eles de esquerda, centro ou direita. Quem envergonhou ou envergonha o nome do nosso país lá fora não merece qualquer homenagem, já entrou para a história dessa nação saindo pela porta dos fundos, fora os processos e julgamentos que ainda virão, tudo a seu tempo. Nobres vereadores, sejam cidadãos santistas e não envergonhem o nome de nossa cidade. Independentemente de política, tenhamos todos bom senso. Arlindo Caseli de Oliveira - Santos Privatização A estatal Empresa de Planejamento e Logística (EPL) foi criada para, com estudos e pesquisas, integrar o processo de planejamento de logística no País em rodovias, ferrovias, portos, aeroportos, hidrovias e, como queiram , o projeto do trem-bala ligando São Paulo ao Rio de Janeiro. Curiosamente, não foi privatizada no governo passado, em que pese a promessa de campanha, além do fato de estar incluída no PND. Na queda de braço entre Paulo Guedes e Tarcísio de Freitas, ganhou o segundo. No seu lugar, foi criada em 2022 a Infra S/A, empresa estatal de capital fechado gerada a partir da fusão da Valec com a EPL. Roubalheira, quando ocorre, não é “privilégio” de empresas estatais e também acontece na esfera privada. Vejam a Lojas Americanas, com prejuízo de R\$ 40 bilhões. De uma forma ou de outra, pagaremos por ele. Mecanismos de controle e fiscalização devem ser sempre acionados, prevenindo e punindo os maus administradores públicos e privados. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos BondinhoSe os envolvidos pensassem um átimo de segundo sobre a paralisação temporária do Bondinho do Monte Serrat, não tomariam tal atitude. Um elevador colocado há menos de um ano para travessia no Porto de Santos já apresentou vários problemas e ninguém disse nada. Um bondinho que nunca deu problema é proibido de funcionar por causa de acessibilidade, sem que os que "ordenaram" isso pensasse naqueles que se servem desse equipamento, não por turismo, mas por necessidade. Será que as pessoas que tomaram essa decisão vão dispor de meios para que os santistas não sofram restrição, principalmente os idosos? Em tempo, peço vênia ao sr. Silvio de Barros Pinheiro para uma correção: nós não sustentamos esses órgãos. Sustentamos as pessoas que passam algumas horas todos os dias nesses órgãos, tomando atitudes incompatíveis com a realidade. Pedro dos Santos Neto - Santos