[[legacy_image_289691]] No vermelhoEm um país com mais de 50 mil vereadores, municípios sem renda e estados com dimensões diminutas que servem apenas para manter peso político, é óbvio que os recursos para manter tudo isso sempre serão insuficientes. Junte-se a essa farra com o imposto que pagamos a irresponsabilidade da imensa maioria dos administradores públicos nos três níveis, pois jamais se vê um programa de gestão medindo o número de "colaboradores" no início e no fim de um governo nem uma avaliação da produtividade destes. Na administração direta, parece inviável demitir para fins de economia, pois sindicatos e partidos estão sempre atentos. Na indireta, os gestores admitem sempre, mas não demitem os da casa, pois alegam não dispor de verba para pagamento das despesas correspondentes e os quadros de efetivo incham ao extremo, juntamente com as despesas. Além disso, a cada modismo que surge, se cria um novo órgão improdutivo e desnecessário, com sedes, veículos locados, salários, viagens, reuniões etc. Já passou da hora de se estabelecer uma linha de corte, assim como fez na década de 1990 o então governador Mario Covas, que ao assumir o Estado determinou um corte mínimo de 20% em todas as despesas e cobrou os resultados. Luiz Alberto dos Reis - Santos Óleo de perobaDiariamente, minha primeira leitura em A Tribuna é a coluna de cartas. Muitas delas são esclarecedoras, outras informativas, hilárias e até sinistras. Mas algumas eu tenho a impressão que vêm de outro planeta. Na ultima terça-feira, o sr. André Durante, de São Vicente, produziu uma “joia”. Não é possível que um cidadão disposto a escrever para um jornal não leia o próprio veículo, não ouça noticiários de rádio, não veja telejornais, não procure os inúmeros jornalistas em suas colunas... Enfim, não é possível que não esteja minimamente informado sobre o ex-presidente e o atual presidente. Helio Julio Marchi - Santos ApagãoRecentemente, a Eletrobras foi privatizada. Os novos donos seriam os três nomes da 3G Capitais, os mesmos donos da Americanas - Lemann, Telles e Sicupira -, cada vez mais conhecidos no sistema financeiro e que se apoderaram de R\$ 40 bilhões da Americanas, segundo reportagem da Folha de S.Paulo que mostra manobras deles para assumir o controle total da Eletrobras. Após a privatização da companhia, houve nessa semana um apagão que atingiu 25 estados e o Distrito Federal. Algo já previsto, pois os eletricitários já tinham avisado que poderia ocorrer. Diante disso, aconselho que quando os seguidores do capitão ficarem no escuro, façam “arminha” que passa! Gilberto Pereira Tiriba - Santos ResponsabilidadeConfesso que não sabia sobre a existência de uma CPI que investiga, dentro dos seus limites, as pirâmides financeiras, com foco nas instituições que transacionam criptomoedas. Uma das empresas investigadas, Atlas Quantum, é suspeita de lesar mais de 200 mil investidores numa pirâmide de R\$ 7 bilhões. Ela contava na divulgação dos seus produtos e serviços com a imagem de artistas e influenciadores, todos com milhões de seguidores nas redes sociais. Na minha opinião, os artistas que usam do seu prestígio para ofertar determinado produto têm parcela de responsabilidade nisso. Não diria criminal, em que pese a necessidade de investigação, mas sim cível. O uso do prestígio para ofertar produto ou serviço que acabe por causar prejuízo financeiro ou provocar problemas com a saúde dos consumidores deve sim ser mensurado, com aplicação de responsabilidade ao artista na exata medida. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos GuarujáLi com um misto de espanto e surpresa o artigo de Sidnei Aranha, superintendente de Meio Ambiente, Saúde e Segurança do Trabalho da Autoridade Portuária de Santos(APS), a respeito do extraordinário aumento da população de Guarujá, de 40 mil habitantes para quase 100 mil habitantes devido à inauguração da Rodovia Piaçaguera-Guarujá. Infelizmente, essa obra que deveria apenas facilitar o acesso ao Porto de Santos trouxe consigo os “empresários” do tráfico de drogas, potencializando a exportação de seus “produtos”. Basta assistir à atual batalha entre as polícias e os famigerados traficantes, resultando em várias mortes e inúmeras prisões. Seria interessante também verificar aumento de apartamentos de apartamento de temporada, vazios ou colocados à venda. Infelizmente, a atual falta de segurança deve estar acabando com a tranquilidade e a segurança, indispensáveis para todo e qualquer tipo de turismo. Luiz Antônio Alves de Souza - São Paulo