[[legacy_image_272469]] BarbárieA recente manifestação discriminatória do vereador santista Pastor Roberto Teixeira, considerando indígenas como seres bárbaros, acentua uma concepção eugenista, a mesma instituída para “justificar” o extermínio de nações indígenas, através da invasão de seus territórios pelos garimpos ilegais ou devastação ambiental, como o recente genocídio yanomami e a aprovação do chamado Marco Temporal por deputados da infausta “bancada BBB”. A Confederação dos Tamoios, aliança para também impedir a exploração territorial e escravização indígena, foi a maior resistência contra a Coroa Portuguesa. Assim, a alegação do vereador é uma farsa ao reforçar a ideia etnocêntrica entre civilização e barbárie, julgando os indígenas exclusivamente a partir da sua crença elitista, moral, racial, legal, de hábitos e costumes. O tráfico de influência dos pastores no MEC na “garimpagem” de propinas em ouro ou colar de diamantes de R\$ 16,5 milhões é o reverso, a verdadeira barbárie nacional, explícita e atuarial. Marcelo Mattos - Santos EscândaloO ex-deputado estadual paranaense Tony Garcia, hoje empresário, fez sérias acusações nas redes sociais que, se forem investigadas e confirmadas, se tornarão o maior escândalo deste país. Em entrevista, o ex-deputado acusa o ex-juiz Sérgio Moro de ter chantageado os desembargadores do TRF-4. A chantagem era baseada em imagens de uma suposta “Festa da Cueca”, feita na suíte presidencial do Hotel Bourbon, em Curitiba, no final de 2003. A festa teria contado com a participação de, entre tantos, desembargadores e prostitutas e teria acontecido logo após jogo da Seleção Brasileira no Pinheirão. Disse ainda o ex-parlamentar que ele agia como um agente infiltrado para o ex-juiz Moro, levando informações sensíveis de pessoas ligadas a processos na 13ª Vara de Curitiba, e que em 2021 prestou depoimento sigiloso à juíza Gabriela Hardt, apresentando denúncias contra o ex-juiz Moro e procuradores da força-tarefa de Curitiba. Certamente, essas denúncias devem ser investigadas a fundo, para que, se os acusados forem inocentes, se faça justiça às pessoas citadas, mas, se comprovadas as denúncias, sofram as devidas punições. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Certezas?Quero parabenizar o senhor Marcos Mendonça pela sua brilhante carta (resposta) com o título acima, publicada nesta coluna no último sábado. São pessoas com essa sensibilidade e coerência que nos dão a esperança de um Brasil melhor. Que Deus, o Grande Arquiteto do Universo, o proteja e guarde. João Horácio Caramez - Santos Obrigação, não favorHá muito tempo, leio nesta coluna pessoas de esquerda, de direita e de centro se pronunciando, todas com seus princípios e ideais para algo melhor para o Brasil. Porém, quanto mais eu vivo, mais indignado fico com o que uma sociedade com pouca identidade social pode fazer quando detém o poder, seja ele de qualquer aspecto. Quando alguém estuda bastante para entrar no serviço público e quando alguém se elege para algum mandato, muitas vezes, deixa de ser aquele cidadão amigo de todos e passa a ter outra postura que antes não tinha, nos olhando do alto. Há mais de um ano, venho pedindo à Ouvidoria de Santos para consertar um passeio na Rua Padre Anchieta, 236, o qual está agora sendo feito após muitos acidentes. Várias pessoas que acompanhavam minha indignação pela demora e pelas respostas sem fundamento me perguntavam se eu ou alguém não conhecia na Prefeitura de Santos ou na Câmara alguém que pudesse ajudar. Na última sexta-feira, passando pelas esquinas das ruas Alexandre Martins e Frei Francisco Sampaio, me deparei com uma faixa presa aos postes onde se agradecia a um vereador pela ajuda no conserto dos passeios dos conjuntos do IAPI, Aparecida e em um clube local. Tive a sorte de estudar na Escola Antônio Souza Noschese, o Senai da Ponta da Praia, onde nas aulas nos ensinavam Educação Moral e Cívica. É muito ruim a sensação de ter que pedir por algo que alguém tem a obrigação de fazer em prol da sociedade. Não são partidos e, sim, os candidatos a qualquer cargo público sem um mínimo de visão social e, acima de tudo, sem patriotismo. Não adianta dizer que é um patriota, é preciso demonstrar no dia a dia. Cesar Tavares da Cunha - Santos Poder criativoQuem anda cambaleando sobre amontoados de amarguras e problemas dificilmente encontrará algo de bom. Livre-se deles, mostrando que você é você mesmo, porque, estando vivo, possui recursos preciosos: raciocínio, vontade, livre arbítrio. As preocupações não têm o poder de resolver, mas o de multiplicar os aborrecimentos. Não gaste o seu tempo remoendo o passado e temendo o futuro, mas forme um quadro psíquico agradável e lute por conquistá-lo com o poder criativo que possui. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania