[[legacy_image_326540]] INSSUau! Aumento de 3,71%! Vejo quase em lágrimas que, depois de 43 anos de esforço e contribuição, recebo do magnânimo Governo Federal um reajuste desse na minha ‘pensão-esmola’. Fascinante. Já comecei a planejar como gastar essa verdadeira fortuna. Parte da bufunfa vai na troca do carro, só tenho dúvida quanto à cor, pois o modelo já escolhi: um SUV da Volvo, importado. Com o restante, acho que vou comprar um veleiro, pegar minha namorada e passar longas férias velejando pelo Caribe e Havaí. Tudo com lagosta e bons vinhos, como aqueles de R\$ 7 mil a garrafa... Talvez eu até troque o enxoval de casa, comprando lençóis de algodão egípcio. Na verdade, acho mesmo que vou trocar meu apartamento por um ‘palácio’ igual aos do planalto central. Porém, comecei a conferir meus boletos a pagar e, como diria o poeta, “o sonho acabou”. Marcos Mendonça - Santos Novos tempos...A proposta do presidente argentino Javier Milei é desburocratizar e privatizar a economia, cabendo ao estado a fiscalização e o cuidado do bem-estar social. Ciente de que suas propostas serão duras no primeiro momento, Milei encontra forte resistência, mas esse é o remédio, pois o tempo de prevenção passou e só resta cuidar da doença. Mas os frutos virão em breve. Lá e cá, as sociedades entendem que cabe ao estado cuidar delas, mas ele mostra que é o oposto e cabe à sociedade cuidar do estado. Valter José Vieira - São Vicente CPIO padre Júlio Lancelotti é conhecido pelo seu brilhante trabalho em defesa das pessoas em situação de rua. Ele que é antítese do vereador da cidade de São Paulo Rubinho Nunes (União Brasil), que por sua vez propôs uma CPI que, na prática, seria para o sacerdote ser investigado. É com perplexidade que vejo tal atitude desse parlamentar. Padre Júlio é um vigário episcopal da Arquidiocese de São Paulo para o ‘povo da rua’ e exerce importante trabalho de coordenação, articulação e animação dos serviços pastorais voltados ao atendimento, acolhida e cuidado das pessoas necessitadas. Ele não é parlamentar, sua vida é dedicada aos que não têm o que comer e muito menos onde morar. Um total desrespeito ao trabalho social e humanitário desenvolvido por esse ser que é exemplo de cristão. Gilberto Pereira Tiriba - Santos RespostaEm resposta ao leitor Juan Manuel Villarnobo Filho, que colocou em dúvida a capacidade de uma pedagoga em interpretar um texto, reitero que o que escrevi é que a clareza exposta pela deputada federal Rosana Valle (PL) é maior que as palavras que ouvi até o momento de outro deputado federal, o Paulo Alexandre Barbosa (PSDB). Digo isso porque no vídeo que vi do deputado, ele explica que o Artigo 159A garante o retorno do ISS, porém isso ainda será votado. Ou seja, hoje, isso não existe (conforme essa humilde pedagoga falou). Sobre ter candidato de coração, há uma linha tênue entre fanatismo e coerência. Hoje, vejo Rosana como melhor opção para a Cidade, assim como já vi o outro candidato em outras épocas. Por último, e não menos importante, lembro ao leitor que, ademais não ser política, conheço um pouco dela e sei como o mecanismo funciona. Aos amigos do Rei, tudo.... Nilda Hernandez - Santos Fênix, a Mais BriosaAve mitológica que renasce das próprias cinzas, assim tem sido a Mais Briosa. Há pouco partilhava com outros clubes a segunda divisão do futebol paulista. Quando tudo parecia não ter mais jeito, eis que, como uma fênix, junta suas cinzas e galga voos mais elevados. Em pouco tempo, ascende da segunda divisão para a Série A2, a apenas um patamar da principal divisão. Houve nesse tempo uma grande evolução e o objetivo é ainda mais ousado: um voo aquilino. Chamar-te-emos de fênix, mas em um futuro muito próximo mudaremos, com certeza, para águia, pela altura que alcançará. A fênix está passando por transformações e é preciso citar um outro ser mitológico que, com certeza, haverá de ter seu nome cravado na história da Briosa: o treinador Sérgio Guedes. Dessa forma, nossa fênix não mais precisará ressurgir das cinzas, pois a perseverança terá feito a Briosa se transformar em uma bela e indomável águia. Odair Ferreira Ramos - Santos Diálogo truncadoEm um restaurante, sentam-se perto de minha mesa um pai acompanhado do filho de uns 9 anos. Após algum tempo, o menino contemplava o pai, que sequer lhe dirigia uma palavra, pois freneticamente mexia no seu celular. O garçom veio duas vezes na mesa, o pai continuava envolvido no celular e o menino teve que falar: “pai, o garçom quer saber o que vamos pedir”. Essas cenas foram muito constrangedoras, pois os momentos que deveriam ser curtidos com um filho, com atenção, carinho, proteção e muito amor, acabaram marcados pela total frieza. J. A. Nogueira de Sá - Santos