[[legacy_image_341177]] TrabalhoDepois de dez anos, quatro meses e 12 dias afastado por leucopenia do trabalho que exercia na antiga Companhia Siderúrgica Paulista (Cosipa), na função de mecânico ajustador de máquinas pesadas, e me aposentar por invalidez, pude verificar que esse tempo que o trabalhador fica afastado é um fator muito prejudicial. Na ativa, ele tem chances de ser graduado por méritos, ou mesmo por tempo de serviço, pode aperfeiçoar-se na profissão e, ainda, ser lembrado na firma como pessoa produtiva. No tempo que o trabalhador fica afastado, o aumento da remuneração é somente a porcentagem que o governo acha que está certa. Enquanto isso, o operário da ativa recebe todas as vantagens acordadas entre empresa e representantes da categoria. Posso afirmar que o que perdi nesse afastamento muito me prejudicou monetariamente. E essa leucopenia só foi descoberta depois que insisti para ser demitido sem justa causa, pois queria me tornar autônomo. No exame pré-demissional, a maldita apareceu... Josemilton de S. e Silva - Guarujá AnistiaBolsonaro passou quatro anos falando em golpe, incitando à violência, indo na direção contrária da ciência e armando a milícia e o narcotráfico. Agora, pede anistia. Isso não faz o menor sentido. Afinal, se quem não deve não teme, só quem deve é que tem motivo para temer. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Lixo e entulhoMais uma vez denunciamos o novo lixão de Santos, aberto na parte frontal e lateral do prédio da antiga Ciretran, na Avenida Conselheiro Nébias. Fomos proibidos de fazer gestão de programação junto ao Cata Treco, pois agora tudo tem que ser feito via Ouvidoria, a qual nos informou que já tinha sido recolhido tais entulhos. O que pensar? Passo diariamente pelo local e há mais de 30 dias o lixo está lá. Ou o informante da Ouvidoria fez tal fiscalização por telepatia? Sendo assim, convidamos autoridades civis, militares e eclesiásticas para a inauguração do novo lixão. E não vamos comprar canapés, ok? Antonio Jorge dos Santos - Santos IndesculpávelAssustadora e deprimente uma reportagem recente do jornal O Estado de S. Paulo que mostra que militares liberaram armas a condenados por tráfico, roubo e homicídio. Uma auditoria do TCU aponta risco à segurança pública na falta de controle, pelo Exército, das licenças para Colecionador, Atirador, Caçador (CAC). Para se tornar um deles, há necessidade de registro no Exército, que concede certificado. Entre 2019 e 2022, 5.235 pessoas em cumprimento de pena obtiveram, renovaram ou mantiveram esses certificados. Licenças foram dadas a 2.690 pessoas com mandado de prisão em aberto ou suspeitos de serem laranjas do crime organizado. E o Exército nem comentou o caso. O silêncio parece ser sempre a defesa principal dos irresponsáveis. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos Aplausos e vaiasTodo político arrolado em investigações, quando não quer se envolver, tem seus aliados e defensores. Após o ato na Avenida Paulista, o orador religioso Silas Malafaia recebeu uma série de elogios e o ex-eleito disse que ele foi cirúrgico. Não esqueçamos que, em algumas operações, o povo é que sempre leva a pior, como no caso da briga política pela vacina. Surge agora mais um empresário benfeitor que custeou a permanência de acampados na preparação dos atos antidemocráticos. É mais fácil ele ser punido por ter molestado uma baleia do que pelos erros em seu nefasto governo...Arlindo Caseli de Oliveira - Santos Um sonho sem fimFoi do filho de Sóter de Araújo, o santista nato Edmundo Jorge de Araújo, a proposta de se dar o nome da cidade em que moravam para o clube que estava sendo fundado, no encontro promovido por um grupo convocado por iniciativa de três esportistas locais. Naquele distante domingo, 14 de abril de 1912, no salão do Clube Concórdia, na parte superior da Padaria Suíssa, na antiga Rua do Rosário, fundava-se o Santos Foot-Ball Club, cujas camisas seriam listradas com as cores azuis, brancas e com frisos dourados entre elas, e que em março do ano seguinte viraram alvinegras. O uniforme branco passou a ser usado somente em 1925, já ostentando o escudo tradicional, que nas camisas listradas não era usado. Esses foram os primeiros passos do clube ícone da nossa querida Santos. Guilherme Gomez Guarche - Santos ElogioO louvor vai para a missa dominical no Santuário São Judas Tadeu, no Bairro Marapé, comandada pelo padre Claudio Scherer, que tem o cuidado de informar aos fiéis que acompanham a leitura do Evangelho pelo folheto litúrgico a numeração alusiva daquele citado texto bíblico. Às vezes, nos perdemos na leitura pela falta dessa informação. Uma boa iniciativa a ser seguida. Paulo Grottone - Santos