[[legacy_image_300576]] Tristeza e consternaçãoA Comissão de Ética Pública da Presidência concedeu à ex-ministra Ana Moser, retirada do cargo para dar lugar ao deputado André Fufuca, o recebimento de R\$ 41.659,92, valor do seu salário vigente, por mais seis meses, evitando-se conflito de interesses no caso de eventual retorno à iniciativa privada. Procurada, Ana Moser não revelou onde poderia trabalhar. Recordo que, na sua saída, ela declarou: “Sinto tristeza e consternação”. É exatamente com esse mesmo sentimento que boa parte da população toma conhecimento de mais esse privilégio dado, as nossas custas, às nobrezas da nossa política nacional. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! - Caetano e o PapaNesta semana, o cantor e compositor Caetano Veloso teve um encontro com o papa Francisco e além das bençãos recebidas teve a oportunidade de entregar uma carta “pedindo socorro” contra a violência que ora grassa o Brasil. Se congressista eu fosse, teria vergonha dessa atitude do Caetano, pois a situação dessa violência seria motivada pela minha omissão em fazer leis mais duras contra os criminosos. Sendo assim, eu seria um “omissida”, como são todos os 594 congressistas que ora habitam o Congresso Nacional (com a certeza de não estar cometendo o pecado da generalização), a “ex” casa do povo que acabou se tornando a casa dos partidos sustentada pelo dinheiro do povo brasileiro. Pedro dos Santos Neto - Santos Horário de VerãoInadmissível continuarem discutindo o retorno do nefasto, desnecessário e desagradável horário de verão, apenas para satisfazer o capricho de alguns que desejam beber e comer nos barzinhos enquanto ainda é dia. Brasileiro já cansou de acordar praticamente no escuro para gerar uma suposta economia de energia que não é repassada ao consumidor, só causando prejuízos ao setores produtivos, visto que os empregados passam os dias cansados e dormem mal. Segundo especialistas em eletricidade, o horário de verão não é justificado em país do Hemisfério Sul, enquanto estudos do Ministério de Minas e Energia demonstram que essa medida é ineficiente para economizar energia elétrica. É injusto pagarmos uma das tarifas mais caras do planeta, recebermos um péssimo serviço e termos que conviver com essa aberração típica de um país subdesenvolvido. Daniel Marques - Virginópolis (MG) ReflexõesO crime prospera, cria musculatura. Enquanto isto, o presidente, bom de palanque, a partir de inverdades cria números e promete de tudo, mas nada entrega. Na ânsia por recursos pela via mais fácil, o Ministério da Fazenda atropela a livre iniciativa e o livre comércio ao migrar impostos sem reduzir significativamente o Custo Brasil. Isso explica porque não vale a pena trabalhar. A mensagem é clara, cai no colo da esquerda estatizar toda a economia. A dívida de R\$ 7,5 trilhões, juros etc. Contudo, aumentam os ministérios e os funcionários de confiança. Não se fala em redução de despesas em todo governo. Está difícil o eleitor entender o poder do voto. Valter José Vieira - São Vicente Porto & MarO Grupo Tribuna, sempre na liderança da informação e da promoção de eventos em benefício de toda a comunidade, como foi o caso do 2º Encontro Porto & Mar, noticiou na quinta-feira a importância dos acessos rodoviários e aos terminais do Porto de Santos terem mais investimentos e infraestrutura, em parcerias público-privadas, de modo a agilizar uma nova rodovia ligando a Capital ao Porto de Santos para uso dos caminhões, além de ampliação da rede ferroviária. São investimentos que gerarão centenas de novos empregos e dar ao Porto e a Santos o merecido destaque no cenário nacional e internacional. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania OpiniãoCaro coronel Arnaldo Pazetti, li sua crônica em A Tribuna e comungo de vários pontos, mas, se me permite, há tópicos do texto que discordo. Não há oferta indistinta quando negros e trans são colocados na frente de brancos. No seu exemplo hipotético, não se trata de “quem escolher para a cirurgia”, pois o negro ou trans não vai escolher fará a operação, até porque acostumou-se a ver cirurgiões brancos, mas o sistema ainda está longe de ter negros e trans cirurgiões. Não há meritocracia, é aqui minha maior discordância, quando as oportunidades para alcançá-la estão distantes para mulheres, negros e trans. Veja o caso da menina negra que cumpriu sua prova atlética com mérito, junto com as amiguinhas brancas, mas não ganhou medalha. Sou entusiasta das cotas e gostaria muito de que houvesse mais mulheres no STF, assim como negros ou trans, pois o olhar deles ao ver que outros iguais chegaram lá é acalentador. Assim como o senhor, sonho um dia não mais debater sobre diferenças entre raças, credos ou gêneros, apenas e tão somente nos horrorizar pelo idiota que joga lixo pela janela do carro. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos