[[legacy_image_330094]] País da impunidadeFaz cinco anos da tragédia de Brumadinho, que culminou na morte de 270 pessoas. Uma grave ocorrência que tem algo em comum com o acidente de Mariana: a impunidade. As punições foram aplicadas aos inocentes que morreram e aos seus familiares, uma prova inequívoca de que, no Brasil, a legislação banaliza a vida. Com a palavra, nossos legisladores, o Ministério Público e o Poder Judiciário. Elias Carneiro Jr. - Santos Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! Respeito à naturezaNos últimos dias, chove torrencialmente em Santos, em toda a Baixada Santista e no Interior. É o homem mexendo com a natureza de forma indiscriminada. Agora, vem a conta. Há muitos anos se fala que os níveis das marés iriam subir e invadir as cidades. Deram risada. Lembro-me perfeitamente que podíamos caminhar pela beira do mar quase até os clubes da Ponta da Praia e para acessarmos a praia não precisávamos de escadas ou rampas de areia. Hoje, isso é impossível para quem mora na Ponta da Praia, Aparecida e Embaré. O ecossistema está cobrando e não adianta jogar a culpa no poder público. Não respeitamos a natureza! Gilberto Pereira Tiriba - Santos Trânsito (1)Com referência à carta do sr. Gilson Nunes M. Pereira, devo dizer que não se deve criar expectativa quanto a uma resposta da CET, pois historicamente ela só responde quando o reclamante está errado. Nunca vi um pedido de desculpas por parte desse pessoal nem um reconhecimento de erro. Pedro dos Santos Neto - Santos Trânsito (2)Como bem colocado por outro leitor esta semana, também não consigo entender porque tanta impunidade no cumprimento das leis de trânsito, principalmente por motos, bicicletas e, agora, os patinetes. Estes últimos já foram até abolidos recentemente no Rio, tamanho o risco de acidentes e atropelamentos. Tenho visto de tudo por aqui em relação aos patinetes: famílias inteiras num mesmo veículo (3 pessoas), crianças dirigindo... Em ano eleitoral, os candidatos bem que poderiam tentar melhorar a proteção da vida das pessoas, visto que Santos tem como slogan ser voltada para a terceira idade. Mas parece que a impunidade é a regra geral em todas as esferas atuais. Cristina Ferreira - Campinas Terceira pistaA moda do momento é a discussão da terceira pista para acesso logístico ao Porto de Santos. Caminhões da década de 1950 desciam pela Anchieta carregando por volta de 7,5 toneladas cargas. Hoje, nesse mesmo e arcaico acesso, transitam modelos de caminhões extrapesados puxando cargas de 40 a 70 toneladas, em meio a carros, ônibus e causando acidentes trágicos quase diariamente. É fato também que cargas especiais descem pela Imigrantes, em horários que exigem interdições, causando atrasos e exigindo custo logístico elevado. No momento em que se discutem soluções para tais gargalos, solicita-se à atual concessionária estudos para uma terceira pista. Aí, eu pergunto: não seria oportuno um estudo para acesso ferroviário moderno, com capacidade de escoamento já prevendo cargas especiais, e projetando uma logística não só para cargas, mas também trens de alta velocidade para passageiros que poderiam interligar a região ao restante do País? Manuel Lousada Júnior - Santos Deu gosto de verO Santos estreou na Vila Belmiro em 2024 em grande estilo. A importância da vitória por 3 a 1 contra a Ponte Preta vai muito além dos três pontos. O resultado deixa o torcedor santista esperançoso não apenas pelo desempenho da equipe em campo, mas também - e principalmente - pela postura dos jogadores. Todos parecem cientes da responsabilidade que terão pela frente: reerguer o clube no momento mais difícil e delicado da sua história. Pelo futebol apresentado e pela postura dos jogadores do Santos até aqui, mesmo ainda em início de temporada, podemos garantir que não faltará empenho e seriedade no trabalho. É o mínimo que podemos exigir? Sim. Mas, em comparação ao elenco do ano passado, recheado de atletas descompromissados, já é um avanço e tanto. Sonhar é preciso. Guilherme Rodrigues Simões - Santos IndustrializaçãoA industrialização impulsiona o crescimento econômico, gera empregos e aumenta a produção. Traz, necessariamente, avanço tecnológico, proporcionando melhorias na qualidade de vida e em diversos setores. Os países mais industrializados alcançaram influência econômica, justamente por projetos de desenvolvimento que não de governos, mas sim de Estado. A quem duvida, uma simples pesquisa na internet traz o devido esclarecimento. Alguns aspectos contrários estão bem definidos, o que torna a retomada da industrialização menos danosa. O impacto ambiental pode ser, significativamente, reduzido com a regulação das emissões de poluentes, consenso mundial, evitando mais danos ambientais. Quando se fala em esgotamento de recursos, bom lembrar que a agricultura no Brasil consome 72% de toda água usada no País. Espero que o financiamento da reindustrialização, iniciativa de governo, transforme-se em projeto de Estado. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos